Em dilema sobre as próximas eleições, o Partido dos Trabalhadores (PT) se divide enquanto não tem a confirmação da situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula, preso desde o dia 7 de abril na sede da Polícia Federal em Curitiba, capital do Paraná.

Uma ala petista encabeçada pelo ex-ministro Jaques Wagner defende a aproximação à candidatura de Ciro Gomes, que vai representar o PDT no pleito. Flávio Dino, que governa o Maranhão pelo PCdoB, também tem pensamento semelhante sobre o tema.

A situação indica divisão pois a própria presidente nacional do PT [VIDEO], senadora paranaense Gleisi Hoffmann, garantiu que não existia a chance dessa "parceria" ocorrer.

Para reafirmar posicionamento de apoio à senadora, o próprio Lula escreveu uma carta mantendo a sua postura de candidato, que é do agrado de Gleisi.

Lula [VIDEO] inclusive disse que, se recuasse, estaria atestando que de fato cometeu crimes, o que segue sendo negado. Nas pesquisas prévias já feitas até o momento, Lula aparece bem na liderança oscilando entre 31 e 30 pontos, enquanto Ciro Gomes, que foi ministro nos governos petistas, alterna entre a sexta e a sétima posição de acordo com os cenários, sempre em volta dos 5% percentuais.