Num gesto que pode ser visto com muita "estranheza" e de confronto às decisões tomadas pela Justiça Federal, especialmente, em se tratando da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba no Paraná, um dos mais próximos movimentos esquerdistas ligados ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu se manifestar publicamente. Trata-se de ação orquestrada pelo principal movimento social de cunho rural no Brasil; o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que tem como seu principal líder; o gaúcho João Pedro Stédile.

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Porém, vale lembrar que o ex-mandatário petista cumpre uma pena estipulada em mais de doze anos e um mês de cadeia em regime prisional fechado, ao responder pelo cometimento de crimes de "colarinho branco", como lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Lula teria angariado, de forma ilícita, recursos públicos provenientes dos cofres da maior estatal brasileira; a Petrobrás, no caso que se refere à aquisição do apartamento de luxo Tríplex do Guarujá, localizado no litoral sul do estado de São Paulo.

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Lava Jato Lula

A sentença de prisão foi proferida pelo juiz Sérgio Moro em primeiro grau, a partir das investigações da força-tarefa da maior operação anticorrupção em toda a história brasileira; a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, comandada a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

Apresentação de 'carta' ao povo

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) resolveu levar a cabo o propósito de se apresentar uma carta que seja direcionada à sociedade civil organizada brasileira, num claro gesto de "confronto" em relação à decisão tomada pela força-tarefa da Lava Jato relacionada à decretação e cumprimento de pena de prisão pelo ex-presidente Lula.

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Em um dos trechos da suposta carta, o MST 'ataca' a imprensa, ao se referir publicamente em relação à Rede Globo de Televisão. Outra menção é manifestada pelo movimento esquerdista rural, ao se dirigir ao "capital financeiro internacional". Além disso, os ataques foram dirigidos ainda, ao "Poder Judiciário", especialmente contra a força-tarefa da Operação Lava Jato, sediada em primeira instância, na capital paranaense.

Porém, em um dos trechos em que se pode destacar, de acordo com informação repassada pelo site " O Antagonista", o MST se expressa em apoio ao ex-presidente petista, que se encontra detido na sala de Estado-Maior da Superintendência da Polícia Federal.

Segundo o conteúdo da carta a ser apresentada à população brasileira, "por todas as razões, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, decide vir a público em apoio à candidatura à Presidência da República, por parte de Luiz Inácio Lula da Silva, já que compreende que isso representaria a luta contra o 'golpe' e os desejos do povo brasileiro, em relação às mudanças nesse cenário de crise que estaria assolando a todos nós", segundo o documento do grupo esquerdista.

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