A reconstituição do crime de Marielle Franco e Anderson Gomes trouxe importantes revelações e a Polícia começa a se aproximar, cada vez mais, do suspeito de ser o mandante do crime e os executores. Durante a reconstituição que contou com ajuda de vários figurantes e que usou armas e munição de verdade, um dos mistérios do crime acabou sendo desvendado e conforme reportagem que foi ao ar neste sábado (12), no Jornal Nacional, a arma de crime pode ter sido desvendada e mostra a crueldade e a forma de execução da ex-vereadora.

Segundo fontes que foram ouvidas pelo Jornal Nacional da Globo, as testemunhas que fizeram parte da reconstituição do crime revelaram que reconheceram uma das armas como a que foi usada para matar a vereadora.

E a forma de identificação foi muito mais que visual. A polícia montou uma reconstituição a mais realística possível e as testemunhas puderam ouvir o som das armas que foram disparadas, para tentar usar a memória auditiva neste caso.

Testemunhas identificam som de submetralhadora

De várias armas que foram disparadas, uma delas foi reconhecida de maneira mais clara pelas testemunhas. Trata-se de uma submetralhadora. E das testadas, a polícia já tem quase certeza que a arma utilizada foi uma MP5, uma arma que é fabricada na Alemanha e que existem pouquíssimas no país. Para se ter uma ideia, até hoje foram apreendidas apenas 17 delas com o crime organizado e a polícia possui apenas 50 delas em todo o Brasil, isso se somadas as polícias Civil, Militar e Federal.

O laudo porém, fica disponível apenas em 30 dias.

Os peritos garantem que foram 13 tiros disparados no dia 14 de março, dia da execução. Destes, quatro tiros atingiram a ex-vereadora e três atingiram sem motorista, Anderson.

Novos suspeitos

Uma das testemunhas do caso acabou se tornando delator e revelou que Marcello Siciliano, vereador pelo PHS no Rio de Janeiro e ex-colega de Marielle seria o mandante do crime. A motivação seria as ações promovidas pela ex-vereadora que esbarrariam nos supostos interesses de Marcello e sua milícia no Rio de Janeiro. A polícia deve ouvir o vereador e também o o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, que já está preso por outro homicídio. O ex-PM também teria, ao lado de Marcello, sido o mandante do crime.

Nesta segunda, 13 de maio, completam-se 2 meses da morte da ex-vereadora e movimentos estarão espalhados pelo Brasil para lembrar sua morte e cobrar justiça.

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