Nesta última terça-feira (08/5), o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, escreveu uma carta de próprio punho para a atual presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleise Hoffman. Na ocasião, a senadora liberou o acesso às mensagens do petista que contextuou sobre a impossibilidade de um "Plano B", exceto se for para tratarem de assuntos relacionados à sua candidatura ao Planalto.

Para tanto, a decisão do ex-presidente seria o alívio imediato de pressões que os petistas vêm sendo submetidos nos últimos dias, pois a manifestação positiva para representar o Partido dos Trabalhadores (PT) poderia ser a única possibilidade para discutir estratégias, ou seja, um "Plano B" para analisar as circunstâncias necessárias para que Lula assuma o cargo de chefe do executivo, se, por ventura, se destacar como vitorioso nas próximas eleições caso contrário, a dúvida permanecerá uma vez que ele encontra-se preso, cumprindo pena de doze anos e um mês, em decorrência do caso tríplex, no Guarujá.

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Sentenciado e condenado por incorrer nos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Lula está sob o resguardo da Superintendência da Polícia Federal, da capital paranaense. Até o momento não houve determinação para a alteração do regime prisional, sendo ele fechado por enquanto, o que garante a não ocupação do cargo de presidente da República.

Lula mencionou que conhece perfeitamente seus desafetos, inclusive os motivos políticos pelos quais os fazem comportar-se com tanta indignação.

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Ademais, a reportagem demonstrou com clareza que a presidente do PT tem sido alheia às formações de alianças para com o Partido, tampouco, comentou sobre o apoio que talvez pudesse ser brindado com o pedetista, Ciro Gomes.

No que tange o editorial, a preocupação de Lula permanece em torno de sua conduta moral que, segundo ele, não poderá admitir a ideia de não concorrer à presidência, por ser taxado como criminoso, considerando, assim, prematura a possibilidade de abrir mão de sua candidatura.

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Entretanto ressaltou a publicação que a carta pessoal foi entregue a sua discípula (Gleise Hoffman) um dia após a deliberação do STF (Supremo Tribunal Federal) e a desistência de Joaquim Barbosa ao mesmo cargo pretendido por Lula, o que satisfez a senadora comentando que debates de candidatos alternativos teriam efeito negativo à defesa do líder petista.

Por fim, Lula relatou que a sua decisão está vinculada à verdade dos fatos e requer o que sempre pleiteou, ou seja, se for culpado, que eles (a mídia, procuradores e juízes) revelem seu crime ou então encerrem com a mentira, solicitou o condenado que está a um passo de ser transferido da Sede da PF para o Centro Carcerário de São José dos Pinhais no Paraná, após solicitações de autoridades federais e da prefeitura de Curitiba, os quais apontam tumulto e desordem local devido à vigília permanente do movimento Lula Livre.

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