Começa a valer, oficialmente, nesta terça-feira (15) uma novidade para Eleições deste ano. Trata-se do financiamento coletivo online (crowdfunding). Isso mesmo, uma espécie de vaquinha virtual para o eleitor (que queira, é claro), fazer doações em dinheiro para o(s) candidato(s) que desejar ajudar nesta campanha. E você... vai doar?

O negócio divide opiniões em todo o país, mas há meses já tem gente pedindo seu dinheirinho suado.

A partir desta terça a coisa vai ser intensificada porque foi a data definida pela Justiça Eleitoral para o início dos pedidos e campanhas de arrecadação de verbas por meio da vaquinha online. Quase 50 empresas de financiamento se inscreveram para participar, dentre as quais apenas 20 haviam sido aprovadas e liberadas até a última sexta-feira, 11. O prazo para empresas interessadas em participar vai até agosto deste ano.

Entre as plataformas que já têm muitos candidatos clientes está a famosas Vakinha Online.

No geral, o crowdfunding é apenas mais uma ferramenta que promete ajudar financeiramente os candidatos nas eleições deste ano, sejam a deputados estadual ou federal, senador, governador ou presidente. Sim, porque existem outros meios já usados em eleições anteriores. O certo que quem já aderiu à novidade está bastante otimista com a vaquinha.

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Até coordenadores da pré-campanha do ex-presidente Lula já estudam a possibilidade de aderir à novidade. Bolsonaro e Ciro Gomes disseram que não vão usar.

Mas tem muitos candidatos a deputado federal e estadual espalhados por todo o Brasil que já aderiram e você vai começar a ver a partir desta terça-feira, 15. Outros estudam a melhor plataforma e também vão entrar na jogada. Resta saber como é que o grande público vai receber essa novidade.

Você pode estar se perguntando: - Sim, mas e se o cidadão que eu ajudar não tiver a candidatura aprovada ou desistir se concorrer, o meu dinheirinho vai para o espaço? Pode ficar tranquilo. O dinheiro ficará retido pelas empresas de financiamento até a confirmação do registro de candidatura. Caso o candidato não registre, o dinheiro volta para o doador.

Sobre fiscalização, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que serão usadas as mesmas regras de prestação de contas.

Vale ressaltar que as empresas estão expressamente proibidas de fazer doação e pessoas comuns como você e eu (pessoas físicas) estão liberadas para doar até 10% da renda de 2017. Também há um limite: apenas 1.064 reais por dia para facilitar no controle das transações. O eleitor pode acompanhar as doações. O tribunal exige que o nome de quem fez e o valor doado sejam públicos, com imediata publicação.

Então, se você vai doar, saiba que seu nome vai está na lista para qualquer um ver.

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