Nesta sexta-feira (25), o presidente Michel Temer (PMDB) em pronunciamento urgente, determinou o uso das forças de segurança para desobstruir as rodovias que caminhoneiros, permaneçam em protestos. A medida foi estendida aos governadores e prefeitos de todo país.

Temer citou o acordo o qual foi firmado pelo sindicato da categoria na última quinta-feira (24). Além disso, comunicou que o governo federal aceitou a proposta de 12 reivindicações da classe trabalhadora com o cumprimento imediato, em contrapartida, seriam liberadas as estradas e rodovias ocupadas em protestos pelos caminhoneiros.

O compromisso foi realizado em prol do bem comum , ademais o seu descumprimento resultará no uso da força.

O presidente reconheceu que muitos caminhoneiros estão fazendo a sua parte, no entanto, uma minoria continua prejudicando a população que sofre com o desabastecimento de combustível, mantimentos essenciais à alimentação, remédios, inclusive o bloqueio continua comprometendo os deslocamentos de serviços emergências, como por exemplo, a segurança publica representada pelas categorias dos policiais, os bombeiros e ambulâncias de hospitais.

Por essas razões, Temer requereu o apoio dos representantes estaduais e municipais para juntos derrubarem a manifestação dos caminhoneiros que já somam cinco dias e pelo visto, não tem data prevista para encerrar. Com essa atitude, foi implementado o plano emergencial de segurança, com intuito de cessar a paralisação.

O peemedebista esclareceu em cadeia nacional que preza pelos brasileiros e que nada, nem ninguém, prejudicarão o desabastecimento no país.

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Sergio Moro Lula

Temer fez questão de comentar que a atitude dos caminhoneiros precisa ser questionada, ou seja, as rodovias não podem ser totalmente interditadas por causa de greve. O chefe do Executivo adiantou ainda que os motivadores deverão ser responsabilizados pelos transtornos produzidos.

Saiba sobre o Acordo

Na noite dessa quinta-feira (24), os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Secretaria de Governo, Carlos Marun e da Fazenda, Eduardo Guardia firmaram um acordo com a categoria dos caminhoneiros para interromperem a greve, ou seja, a desobstrução das rodovias pelo prazo de 15 dias corridos, com a garantia de o governo federal congelar o valor do diesel.

A equipe ministerial se comprometeu com o sindicato a repassar as eventuais variações relacionadas ao valor do gasóleo de junho/2018, para a Petrobras. Também fizeram parte do diálogo dois caminhoneiros que representavam o movimento, porém ao tomarem ciência do assunto, abandonaram o encontro e alertaram a categoria para que continuassem com a mobilização.

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