Nas redes sociais há muitos boatos sobre a possibilidade de Janaína Paschoal ser vice de Jair Bolsonaro (PSL), deputado federal e pré-candidato à Presidência da República nas eleições de outubro desse ano. A advogada ficou conhecida por causa do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e seria uma das candidatas preferidas a vice do parlamentar.

Esse boato começou a ocorrer porque Bolsonaro possui certa repulsa do eleitorado feminino por causa de suas polêmicas consideradas, por elas, um pouco machistas. Por isso, convidar Janaína seria uma estratégia para se aproximar das eleitoras e conquistar seus votos.

Porém, Janaína usou sua conta no Twitter para negar que foi convidada para ser candidata à vice-presidente de Jair Bolsonaro. Mas ela também não descartou nenhuma possibilidade de cargo eletivo para este ano. Ela informou na sua publicação que recebeu diversas mensagens, e-mails e telefonemas sobre o assunto. Por isso, resolveu esclarecer tudo nas redes sociais.

Janaína também confirmou que está filiada ao PSL (Partido Social Liberal), mas que ainda não sabe seu destino político. Ela ainda disse que só se manifestou agora sobre o assunto porque temia parecer arrogante da parte dela falar sobre o assunto.

Para ela, é provável que não concorra a nenhum cargo, mas até agosto ela dará uma posição definitiva sobre o assunto. Ela garante que seu intuito é e sempre será ajudar o Brasil.

Outra especulação é a possibilidade dela concorrer ao governo do Estado de São Paulo.

Ela não descartou essa possibilidade.

Bolsonaro não tem muita chance de se eleger

De acordo com um estrategista político norte-americano Arick Wierson, um dos responsáveis pela campanha de Michael Bloomberg para prefeitura de Nova York, que deu entrevista ao site InfoMoney, Bolsonaro não tem muitas chances de ser eleito o novo presidente do país. Isso porque ele tem um eleitorado que não passa de 25%. Por isso, segundo Wierson, o deputado tem grandes chances de ir para o segundo turno, mas dificilmente vai passar disso. [VIDEO]

Bolsonaro tem muitos eleitores evangélicos, mas isso, de acordo com o estrategista político, não vai garantir sua candidatura, pois ele não é uma pessoa apoiada pelo eleitorado LGBT e também pela maioria das mulheres, que pensam nele como um homem machista, que vai prejudicar o avanço do Feminismo no Brasil.

O presidenciável tem sido muito criticado por suas declarações consideradas por alguns como machistas, racistas e homofóbicas, fazendo com que ele perca ainda mais possibilidades de conseguir votos na população brasileira, que parece não concordar com sua postura. [VIDEO]