José da Fonseca Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), foi o responsável por negociar com o governo federal as reivindicações e o fim da greve dos caminhoneiros que se arrasta desde segunda-feira (21) da última semana. Filiado ao PSDB, Fonseca já tentou seguir carreira política e disputou, em 1998, uma cadeira na Câmara dos Deputados. Com apenas 1851 votos, o atual presidente da Abcam não conseguiu se eleger deputado federal por São Paulo.

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Fonseca tem ligação antiga com os tucanos. Em 1994, foi cabo eleitora de Mario Covas, que disputava o governo de São Paulo como candidato do PSDB. O caminhoneiro junto um grupo de motoristas e saiu em caravana para mostrar seu apoio ao candidato tucano. Em 1995, se filiou ao PSDB e até hoje está nos quadros do partido.

Em resposta ao questionamento da Folha de S. Paulo sobre a ligação entre o partido e o líder da greve dos caminhoneiros, o PSDB disse não haver qualquer vinculação entre as atividades de Fonseca como líder de uma entidade e sua filiação ao partido.

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Pelo contrário, Geraldo Alckmin foi um dos poucos presidenciáveis a criticar a paralisação dos caminhoneiros e disse que "democracia não é bagunça". Alem de pedir para "cumprir a lei".

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