O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em conversa com a presidente do Partido dos Trabalhadores, senadora Gleisi Hoffmann, e o coordenador do seu programa de governo, ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, na última quinta-feira (17), reafirmou sua candidatura à Presidência da República e proibiu qualquer aceno de aproximação do PT com a candidatura de Ciro Gomes. As informações são de uma fonte passada para a Agência Reuters.

Antes de ser preso, o ex-presidente petista deu carta branca para que Haddad iniciasse conversas com partidos de esquerda que não estavam tão alinhados com o PT, como PSB PDT.

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Porém, após pouco mais de 40 dias preso, Lula parece ter revisto sua posição e informou a Haddad que não quer essa aproximação com Ciro e reafirmou que será candidato.

Aliança de esquerda

Alguns petistas já deixaram claro que apoiam uma possível aliança com Ciro Gomes, deixando o pedetista com a cabeça de chapa. O governador do Ceará, conterrâneo de Ciro, Camilo Santana (PT), e o governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmaram nesta semana que apoiam uma união com o pré-candidato do PDT.

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O próprio Ciro Gomes já sinalizou que seu sonho de consumo com vice seria Fernando Haddad, o que chamou de "dream team".

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