O presidente Michel Temer tem sido criticado por várias classes e se tornou o grande alvo dessa paralisação dos caminhoneiros. Visto como um Governo fraco por vários políticos, generais e uma grande maioria do Brasil, Temer tenta se segurar o quanto pode no cargo.

Os pedidos de intervenção militar começaram a aparecer com mais incidência e se misturaram com as reivindicações dos caminhoneiros. O risco da derrubada de Michel Temer chegou ao Congresso Nacional.

Conforme informações da Folha de São Paulo, um parlamentar da base do Governo acabou admitindo que a saída de Temer, talvez, seria o melhor caminho. Esse parlamentar decidiu expor seu ponto de vista a portas fechadas numa reunião no Senado Federal.

Porém, um outro grupo de parlamentares declarou que não convém tirar Temer do poder agora que as Eleições estão perto. O Brasil poderia entrar numa grande instabilidade e a situação acabar ficando mais caótica.

A senadora Lídice Mata (PSB-BA) afirmou que derrubar o Governo Temer agora pode ser prejudicial ao Brasil. Ela defende que se aguente até as Eleições.

Intervencionistas

O presidente da Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), José da Fonseca Lopes, afirmou que a paralisação não é mais dos caminhoneiros, mas de grupos de pessoas que tem o objetivo de derrubar o Governo.

Conforme as declarações de Fonseca, não é mais o caminhoneiro que está fazendo greve.

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Governo

Existem pessoas por trás que estão causando sérios problemas até mesmo para os caminhoneiros que querem voltar a ativa. Segundo Fonseca, os caminhoneiros estão sendo usados por esses intervencionistas.

Fragilidade

De acordo com uma publicação no Estadão, o governo do presidente Michel Temer não tem conseguido dialogar com os caminhoneiros de uma forma consistente.

Um dos pontos criticados foi o acionamento das Forças Armadas que, para alguns, acabou revoltando mais os grevistas.

Poderia se criar episódios de violência e a coisa ficar mais tensa e delicada.

A visão que a sociedade está tendo, segundo a matéria, é que o governo não tem mais pulso firme para determinar as medidas necessárias. Os caminhoneiros e os oportunistas, que aproveitaram da paralisação e pegaram carona, estão ditando os próximos rumos.

O Governo que deveria ditar as regras está sendo desmoralizado e o que se ganha força é a lei do grito.

Nesta quarta (30), a FUP (Federação Única dos Petroleiros) ligada à CUT (Central Única dos Trabalhadores) trará mais dores de cabeça ao presidente, com uma greve de 72 horas.

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