Na manhã deste sábado (26/5), o Sindicato dos Trabalhadores da Refap (Refinaria Alberto Pasqualini), uma das unidades da Petrobras, localizada na região metropolitana de Canoas, em Porto Alegre, resolveu cruzar os braços. A conduta foi organizada com a finalidade de apoiar o movimento grevista de caminhoneiros. As informações são de autoria do próprio Sindipetro-RS (Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul).

Em conformidade com a assessoria de comunicação da Estatal, as operações não foram afetadas em decorrência de os funcionários do turno que antecede os grevistas, ou seja, trabalhadores do horário de meia-noite às 8 horas dobraram o período de trabalho.

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No entanto, a direção do Sindicato representada por Élida Maich, comentou que a paralisação total foi organizada por pelo menos 70 petroleiros que se reuniram de fronte a Refap, no início do turno da manhã.

Com a entrada do Sindicato tomada pelos manifestantes desde o primeiro dia da paralisação dos caminhoneiros, a greve dos petroleiros começou de forma tímida, porém foi ganhando força para se por todo país. A notícia foi confirmada após a Petrobras confirmar os bloqueios espalhados por várias refinarias, todavia, até o momento, nenhuma unidade deixou ainda, de produzir os insumos diários.

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Lula Michel Temer

Ainda na semana retrasada, nos bastidores da Estatal comentavam - se que algo semelhante a uma paralisação repentina poderia ocorrer, inclusive a FUB (Federação Única dos Petroleiros) havia aprovado a greve, porém sem prazo para o início do evento. Na ocasião, um calendário foi divulgado pelos membros apontando o próximo dia 12 de junho como sendo decisivo para a paralisação, mas o Sindipetro-RS decidiu pegar todos de surpresa para confirmar o estado de greve dos petroleiros.

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As reivindicações pleiteadas pela greve com a aprovação da FUP requerem a redução imediata do preço dos combustíveis, o aperfeiçoamento dos empregos, a continuidade interna da produção dos combustíveis, o encerramento das importações neste caso, da gasolina além de outros derivados, e por fim, a impugnação da comercialização de venda de ativos da Estatal, inclusive nas refinarias.

Na última sexta-feira, a FUP por meio de nota criticou a política de valores/preços da Petrobras.

Na verdade, a Federação alertou que os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha jamais poderiam ser administrados somente com a finalidade de tributação. Argumentou ainda que a dificuldade seria uma problemática da própria Petrobras, a qual vem sendo gerenciada para atender o mercado. Desta forma, a FUB revelou que a missão de preços internacionais para os derivados da empresa, adotado pelo peemedebista, Michel Temer e o dirigente da Estatal, Pedro Parente não são voltados para os consumidores.

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