Ultimamente o STF (Supremo Tribunal Federal) não vem sendo visto com bons olhos por muitos brasileiros, e isso se deve, por exemplo, ao abrandamento de sentenças, quando não, a soltura de condenados, e isso só tem a se intensificar, principalmente, após o episódio desta terça-fera (19) onde Gleisi, presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores), e braço direito de Lula, acabou sendo absolvida, em julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) com o marido Paulo Bernardo.

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A acusação partira do MPF (Ministério Público Federal) por crimes de Corrupção passiva e lavagem de dinheiro da Petrobras. Na ocasião, não por coincidência, os mesmos juízes que levavam desconfiança do povo votaram unanimemente à absolvição.

A segunda turma do STF, composta por Edson Fachin, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski (estes três últimos votaram contra a condenação de Gleisi Hoffmann), mesmo com um documento encaminhado ao Supremo, um dia antes do julgamento da petista, na segunda-feira (18).

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O documento em questão foi enviado por parte da Procuradora Raquel Dodge. A jurista afirmara no dito cujo, que Gleisi locupletou-se dolosamente de esquemas ilegais praticados na petrolífera (Petrobras) deixando de cumprir deveres fiscais. Em outras palavras, segundo Dodge, Gleisi teria aumentado seu patrimônio próprio em detrimento de alguém, ou seja, ocasionando sua própria riqueza; aumentando sua fortuna.

Quem votou contra a condenação e quem votou contra; em julgamento, Gleisi sai ilesa do STF

Nem todos da 2ª turma do colegiado votaram contra a condenação de Gleisi, dois votaram a favor da condenação da senadora, enquanto três contra, levando, assim, à decisão por unanimidade da absolvição da petista; o marido da presidente do PT, e o empresário, igualmente julgados, também foram absolvidos.

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Lava Jato Corrupção

Enquanto Celso de Mello e Edson Fachin votavam pela condenação de Hoffman, do outro lado, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, e Gilmar Mendes votavam contra a condenação da petista.

A Procuradora Raquel Dodge foi enfática ao apontar locupletação de Gleisi em esquemas, STF ignorou

A Procuradora-Geral da República foi enfática ao pedir a condenação da petista, não só dela, como também do marido Paulo Bernardo (ex-ministro) e do empresário do casal, Ernesto Kugler.

Os dois, no entanto, denunciados por corrupção ativa e também por lavagem de dinheiro.

O ministro Gilmar Mendes por exemplo, declarou que havia falta de provas suficientes à condenação, desprezando o depoimento de colaboradores. Para ele, tais provas eram insuficiente, e contraditórias, inclusive nas acareações, que, segundo o dicionário informal, trata-se do "procedimento onde acusados, testemunhas ou ofendidos, já ouvidos, são colocados face a face para esclarecer divergências encontradas em suas declarações."

Para Mendes, as provas materiais são raquíticas, ou seja, ínfimas.

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"[...] Se existem [...]", como ele propriamente enfatizou, bem como inconclusivas. Temerariamente, Gilmar Mendes ainda salientou o termo "Dúvida razoável."

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