Como se pode ver nas redes sociais, há uma crescente onda de uma polarização partidária que começou desde o ano 2013, quando iniciaram as manifestações contra a corrupção. Nas redes sociais, pode-se ver as manifestações de apoio ou para a esquerda (progressista) ou para a direita (liberal/conservadora). Os da direita acusam a esquerda de desejarem um mundo fantasioso e a esquerda chama as ideias conservadoras, de ideais fascistas, e que, em nada, se relaciona com a essência do liberalismo americano.

Não foi diferente com a entrevista da pré-candidata à presidência da república, Manuela D`Ávila (PCdoB), que aconteceu nesta segunda-feira (25), no programa Roda Viva, da TV Cultura. Muitos vídeos confirmam que sim, Manuela D`Ávila teve as muitas falas interrompidas e não havia momentos para conclusão do raciocínio. Segundo o jornal Gazeta do Povo, muitos movimentos feministas estão mobilizados para fazerem e alguns já estão fazendo, manifestações de repúdio.

Segundo o mesmo jornal (Gazeta do Povo), houve um levantamento feito pelo jornal. “Folha de S. Paulo”, onde a deputada estadual e pré-candidata, foi interrompida, pelo menos, 40 vezes durante a entrevista. Segundo a Gazeta do Povo, a Folha considera como uma interrupção, as vezes em que Manoela não podia terminar suas falas sem alguém tivesse que interromper suas falas.

Nas redes sociais, os movimentos feministas, fazem uma avaliação dos entrevistadores como um ato machista.

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Ainda, segundo as informações, esses mesmos movimentos fizeram um abaixo-assinado online que já está com mais de 15 assinaturas só na noite desta terça-feira (26), pedindo que a TV Cultura realize uma nova entrevista com Manuela.

Segundo o jornal, o formato do programa, onde há vários convidados que fazem perguntas a um convidado no centro da “roda”, no caso da Manoela D`Ávila, foi bem diferente e estranho.

O artigo fala que os outros pré-candidatos foram bem diferentes, seja homem ou mulher, que foram entrevistados recentemente. A pré-candidata, Marina Silva (Rede), foram três interrupções, Guilherme Boulos (PSOL) e Ciro Gomes (PDT), foram 9 e 8 vezes interrompidos, respectivamente.

Há de se lembrar da maneira que o programa sempre configurou e que como pode ser visto nas entrevistas mais antigas, que houve bastante interrupções em ocasiões polêmicas.

Um dos convidados, Joel Pinheiro da Fonseca, gravou um vídeo na plataforma YouTube, onde analisa a entrevista onde participou e disse que não houve nenhuma opressão e até conversou com D`Ávila sobre várias assuntos importantes, e ninguém saiu “oprimido” dali.

Assista ao vídeo

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