Seguindo agenda, Jair Bolsonaro do PSL (Partido Social Liberal) viajou até o estado da Bahia. A recepção calorosa de seus eleitores chegou a parar o aeroporto onde o parlamentar desembarcou um dia anterior à entrevista. Em estado Soteropolitano, cedeu uma entrevista à TV Aratu do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão) que foi ao ar na sexta-feira, 25 de maio, através do programa QVP. O presidenciável falou sobre a greve dos caminhoneiros, esclareceu sua briga com o PT (Partido dos Trabalhadores), sua possível associação com o senador Magno Malta para vice, e respondeu questionamentos de eleitores levantados pelo jornalista e apresentador Casemiro Neto.

Segundo o deputado a "greve" na realidade não é uma greve, mas sim uma uma paralisação: "o senhor apoia a greve dos caminhoneiros, mas eu estava lendo que o senhor é contra o bloqueio das estradas" questionou Casemiro Neto. "Como é que pode então os caminhoneiros fazer um movimento para chamar a atenção e cobrar as reivindicações deles?", perguntou. O pré-candidato afirmou que o governo não foi surpreendido com o ato, remetendo também a outros problemas, Bolsonaro citou o valor do pedágio: "Um abuso". Citou também o roubo de cargas e demais problemas enfrentados pelos caminhoneiros, além dos elevados impostos, e o preço do petróleo que não condiz com o que é praticado dentro e fora do país.

Bolsonaro e sua 'briga' com o PT: "Eles são apaixonados pelo governo Maduro"

Ao ser questionado sobre o PT, o pré-candidato foi enfático ao dizer calmamente: "Muito mais pela questão ideológica do que pela corrupção". Segundo Bolsonaro, a corrupção não é problema de um único partido, mas sim generalizada.

Disse ainda que a própria senadora e presidente do PT é apaixonada pelo governo ditador de Maduro, como Lula era pelo Chávez.

O parlamentar também chamou o PC do B (Partido Comunista do Brasil) de "puxadinho" do Partido dos Trabalhadores. Quando questionado sobre o 'amor' que o povo principalmente os pobres tem por Lula, o presidenciável lembrou que Lula questionava FHC dizendo que tais programas (parecidos com o Bolsa Família) era para atrair o pobre pelo estômago, segundo Bolsonaro tal afirmação teria partido do próprio Lula antes de 2002, na época, o petista afirmara não não faria isso.

Jair Bolsonaro: Magno Malta como vice, e sua simpatia por ACM Neto

Perguntado por Casemiro Neto sobre ter o senador Magno Malta do PR (Partido da República) como vice, e uma possível aliança com o prefeito da Bahia ACM Neto (Antônio Carlos Magalhães Neto) - presidente do Democratas, Jair Bolsonaro foi enfático: "Se depender de mim eu casaria hoje com Magno Malta", disse o parlamentar, aceitando assim o senador como seu vice na possível presidência. "Mas não está decidido ainda", ressaltou. "Vai depender do Magno Malta, caso ele não venha, a gente vai procurar alguém do nosso meio já afiliado" disse.

Quanto à Bahia o candidato de direita deixou claro que quem irá decidir no estado da Bahia é a Professora Dayane Pimentel presidente estadual de seu partido, o PSL.

Com relação à ACM Neto, o capitão afirmou ser simpático à ele: "Eu particularmente, revelo publicamente aqui, que tenho simpatia por ACM Neto, fomos colegas em Brasília, e pelo que ACM fez uma boa administração aqui, então eu tenho uma profunda simpatia por ele, até por ele ser também, oposição ao PT", alegou.

Em suma, Jair Bolsonaro, do PSL, e Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, 'brigam' no voto a voto no estado da Bahia, com uma leve vantagem de Bolsonaro em relação à candidata com máxima de 19,7% para o presidenciável e 18% para a ex-senadora e ex-ministra, segundo o Instituto Paraná Pesquisas na última quinta-feira (30) inscrita oficialmente no TSE sob número nº BR-09710/2018; dados semelhantes também foram divulgados também pelo Antagonista; a repostagem da matéria anterior no entanto mostra, uma leve vantagem do parlamentar.

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