Nesta sexta-feira (8), Marina Silva, presidente do Rede Sustentabilidade, o Rede, ex-Ministra do Meio Ambiente, ex-senadora, e pré-candidata à presidência da República, cedeu uma entrevista coletiva a correspondentes internacionais que ocorreu no Estado do Rio de Janeiro, na qual a mesma expôs seu ponto de vista como candidata. Durante seu discurso, a mesma criticou o "todos contra um" referindo-se de maneira subjetiva a ataques contra o presidenciável deputado pelo Rio Jair Bolsonaro do PSL (Partido Social Liberal) vindo de seus opositores, como por exemplo Ciro Gomes do PDT (Partido Democrático Trabalhista), no entanto, não demorou muito para Marina 'cutucar' Bolsonaro em determinados assuntos.

Embora já tenha sido do PT (Partido dos trabalhadores) e trabalhado ao lado de Dilma Rousseff e Lula, a pré-candidata chamou a situação atual do país de dramática que ,segundo ela, são o resultado de ambos os governos, de Dilma (PT) - Partido dos Trabalhadores, e do atual presidente Michel Temer (MDB) - Movimento Democrático Brasileiro.

Marina Silva critica ataques diretos a Jair Bolsonaro e cita o termo "projetos" contra o parlamentar

Marina Silva criticou ataques diretos a Jair Bolsonaro, dadas suas declarações, a candidata acha um erro tal prática.

Em certo momento de sua fala, a ex-senadora passa a ideia de que há projetos políticos orientados contra o presidenciável, isso se dá ao fato de ataques terem sido disparados por opositores.

Em contrapartida, a presidente do partido Rede deixou claro que ao invés disso, devia-se apresentar propostas ao Brasil e debater sobre as principais pautas, dentre elas economia, e segurança.

Marina cutuca Bolsonaro

As pesquisas indicam Jair Bolsonaro na frente, com cenário sem Lula que está preso, dada à sentença do juiz Sérgio Moro, por isso, a candidata sentiu a "necessidade" de ao menos cutucar o presidenciável na questão das armas, e mais ainda pelo fato do parlamentar ter sido capitão do exército.

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Jair Bolsonaro Eleições

Como Bolsonaro é favorável ao porte de armas, Marina, que é contra, disse que armar a população não vai resolver a situação, ressaltando seu ponto de vista. Declarando a obrigação da proteção do Estado ao cidadão segundo ela, a ideia de armar a população não irá resolver, mas sim, aumentar a violência.

Marina Silva afirmou ainda que "não podemos pensar em saudosismo", contrastando em seu dito, a democracia com a 'ditadura', comparando o regime militar ao autoritarismo.

Bolsonaro segue na liderança das pesquisas, e junto ao economista Paulo Guedes, estudam um estado menor, com a redução de impostos e carga tributária.

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