O presidente Michel Temer recebeu a jornalista Roseann Kennedy e sua equipe nesta quinta-feira (7) à tarde nos jardins do Palácio da Alvorada, para uma entrevista exclusiva no programa: 'Nos Corredores do Poder', da TV Brasil. Lá, falou sobre temas pertinentes a medidas que o governo tomou principalmente por esses dias, no qual o país passou por inconstância interna devido a paralisações que ocorreram, não obstante, a alta dólar também foi citada pelo presidente, o mesmo afirmou que diversas moedas também sofreram desvalorização devido a medidas adotadas nos EUA.

E sobre as Eleições afirmou ter a impressão de que o brasileiro quer votar em projeto, não em uma pessoa.

Ao ser questionado sobre se a incerteza política eleitoral no país afetará a economia, Michel Temer afirmou achar que não: "[...] é claro que essa questão do embate eleitoral, da disputa eleitoral e até, convenhamos, da forma como está sendo feita. Porque é interessante, as pessoas criticam muito, falam muito, até usam, às vezes, palavras inadequadas, e eu tenho impressão que o eleitor brasileiro, ele quer votar em projeto.

Ele não quer votar em pessoa, não.", ressaltou, relembrando o projeto ponte para o futuro. Apesar disso, fez um apelo pedindo intrinsecamente que continuem o que já começou.

Michel Temer alegou que no governo passado a economia caiu e só no seu é que voltou a "respirar"

Em certo momento da entrevista Temer alegou queda na economia quando o governo passado estava no poder, disse ele, referindo-se ao governo Lula-Dilma do PT (Partido dos Trabalhadores) por não haver transporte para todos os caminhoneiros, e por conta de haver oferta nos valores do frete: "Ah, eu quero 10, mas o outro faz por 7", disse.

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Michel Temer Eleições

Michel Temer disse que seu governo estuda adaptações pelo Ministério dos Transportes e pela Casa Civil, para assim garantir tanto a sobrevivência dos caminhoneiros e ao mesmo tempo não abalar a economia, afirmando ter uma solução em um breve tempo, ressaltando a não alteração do que foi feito ao longo do período da negociação.

Temer negou a possibilidade de tabelamento de preços

O presidente afirmou que a Petrobras propôs a reduzir em 10% a redução do óleo diesel por 15 dias, se por ventura venha superar esse prazo, o Tesouro poderia ressarcir (compensar) a petrolífera para que ela venha permanecer.

O interino negou tabelamento, citando inclusive um programa de televisão, que segundo ele, assistira no domingo (acredita-se dia 3), no qual o caminhoneiro economizou R$ 800,00.

Ao ser contestado sobre por que o povo brasileiro não liga a queda da inflação, a redução de juros e a retomada de empregos à sua imagem, Temer fez uma pergunta ao telespectador: "Quando eu assumi o governo, por acaso a área econômica caiu dos céus?

Foram figuras que vieram do céu e ocuparam a área econômica ou foi o presidente da república que na verdade, colocou, um grande ministro, Ministro Meirelles...", continuou.

Obviamente interessado na eleição do ex-Ministro e pré-candidato Henrique Meirelles do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), Temer e seu partido creditam potencial do ex-Ministro da Fazenda como candidato de centro que tem um histórico interessante na área da economia, mas não detém ainda de tanta popularidade para que alcance uma expressão maior de votos.

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