A propagação de fake news (notícias falsas) tem sido nos últimos tempos um grande problema nas redes sociais e se agravou ainda mais em época de Eleições. O Facebook já chegou a tomar algumas medidas para combater a prática. E ao que tudo indica, as próximas eleições no Brasil não passarão imune. A propagação de falsas informações já se faz presente. Um das vítimas foi o ex-prefeito de São Paulo e candidato a governador do estado, João Doria.

Líder das pesquisas de intenção de voto, com uma pequena vantagem sobre Paulo Skaf, Doria teve seu nome ligado a uma reportagem que circulou nas redes sociais na qual cita que ele “é réu no maior caso de corrupção do estado de São Paulo”. No entanto, o texto não falava qual era esse suposto caso.

A publicação foi postada em uma página chamada “Márcio França 2018”, aprestada como uma página não oficial do atual governador e administrada por simpatizantes e aliados.

Doria conseguiu que a Justiça quebrasse o sigilo do perfil que publicou os ataques e descobriu que os administradores são pessoas ligadas ao PSB, partido de Márcio França, sendo dois deles funcionários do governo estadual.

Os tucanos agora entraram com um requerimento na Assembleia Legislativa de São Paulo para que os dois funcionários do governo que tiveram participação na postagem da fake news sejam ouvidos. Caso o requerimento seja aceito, eles serão obrigadas a comparecer.

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Eleições

Outra disputa judicial

Esta não é a primeira vez que o ex-prefeito da Capital e o atual governador do estado travam uma batalha nos tribunais. Na última quinta-feira (21), o pré-candidato do PSDB conseguiu na Justiça a impugnação de uma pesquisa eleitoral feita pelo Instituto Vertude e encomendada pelo PSB, na qual colocava Márcio França em segundo lugar nas intenções de voto com 11,1%. Nesse levantamento, Doria aparecia ainda na liderança, mas com 18,2%, enquanto Skaf era o terceiro colocado com 8,4%.

Na decisão, o juiz determinou que a pesquisa fosse retirada das redes sociais.

O argumento usado pelo partido de Doria para entrar na Justiça foi que, diferente dos outros pré-candidatos, França havia sido colocado no questionário como atual governador de São Paulo, seu atual cargo. Na sentença, o juiz afirma que os demais candidatos não receberam qualquer pré-qualificação.

Na última pesquisa, divulgada no mês de abril pelo Instituto Datafolha, João Doria é o líder nas intenções de votos na corrida para o Palácio dos Bandeirantes com 29% da preferência do eleitorado.

Paulo Skaf aparece em segundo com 20% e Márcio França tem 8%.

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