Na sexta-feira passada (20), a ex-presidente Dilma Rousseff foi surpreendida com uma mensagem numa sobremesa e, rapidamente, publicou nas redes sociais. O local da homenagem foi no restaurante Favorita, em Belo Horizonte. O dono do estabelecimento afirmou que o gesto não foi autorizado e não reflete o posicionamento do restaurante. Ele chegou a gravar um vídeo explicando que aquilo era atitude de um funcionário.

Dilma divulgou a foto do prato de sobremesa com a frase: "Sempre nossa presidenta". Em seus dizeres, ela afirmou que ficou muito grata com a delicada gentileza recebida no local. Segundo ela, seu coração se encheu de alegria.

Palavras do dono

O dono do Favorita, Fernando Areco Motta, decidiu gravar um vídeo para explicar sobre o acontecido e não levantar possíveis suspeitas de que o restaurante apoia a presidente cassada. Ele deixou claro que a mensagem escrita no prato de sobremesa não reflete o pensamento dele e nem do estabelecimento. O vídeo foi publicado neste domingo (22) e mostrou o ponto de vista de Motta sobre a atitude de um dos funcionários.

Fernando Motta também comentou que estava no exterior quando Dilma foi ao seu restaurante.

Por essa razão, ele não teria presenciado o gesto do empregado. Mesmo com essas divergências, um outro funcionário do estabelecimento afirmou que não vai haver demissão, já que todos estavam trabalhando normalmente.

Senado

A ex-presidente busca uma vaga no Senado Federal em sua terra natal. Ela desistiu do Rio Grande do Sul e tentará brigar por uma vaga em Minas Gerais. Há quase dois anos atrás ela foi destituída da Presidência com um Impeachment. Para retornar a um cargo político, ela está apostando no Senado. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso na Superintendência da PF, tem dado apoio a ela.

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Lula

Direitos políticos

Conforme informações da revista Exame, Dilma conseguiu uma manobra no Senado, em 2016, e conseguiu evitar a perda de seus direitos políticos. O PSDB de Minas ainda pretende recorrer dizendo que, por ela ter sido cassada, não poderia participar das Eleições.

Na época, o Senado votou uma cláusula que mantinha o direito dela de concorrer a cargos políticos, desde que não seja para a Presidência da República. Os tucanos já avisaram que se o Ministério Público Federal (MPF) não proibir a candidatura dela, eles mesmo entrarão com reclamações.

De acordo com eles, essa manobra no Senado foi incoerente.

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