O general da reserva, Augusto Heleno (PRP), que foi barrado pelo partido para se tornar vice do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), fez diversas críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Importante aliado de Bolsonaro, nos bastidores, o general comentou que são muito preocupantes decisões favoráveis ao petista. Para ele, tudo é um tipo de manobra, artifício e conchavo, caso favoreçam a candidatura do condenado pela Operação Lava Jato.

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Augusto Heleno ressaltou que isso tudo pode ocasionar em consequências sérias para a sociedade, gerando uma apreensão nas Forças Armadas.

O general da reserva está com o intuito de se desfiliar do seu partido para poder ter mais oportunidade de trabalhar com Bolsonaro. O deputado federal disse que Augusto Heleno será o responsável em definir o seu ministro da Defesa, caso ganhe as eleições. Ele mesmo pode, também, assumir o cargo.

Vários nomes já foram citados para ser vice de Bolsonaro.

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Lula Corrupção

A advogada e autora do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, Janaína Paschoal, foi um nome muito citado. Porém, cogita-se também: o astronauta Marcos Pontes e o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Bolsonaro é um dos candidatos com menos tempo de TV e com um Fundo Eleitoral baixo. Uma candidatura bem humilde se comparada ao do MDB e PT. Para se ter uma ideia, MDB e PT possuem R$ 200 milhões nos cofres para o uso na campanha. O partido de Bolsonaro, o PSL, tem apenas R$ 9 milhões.

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Príncipe acena para Bolsonaro

O príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança, membro da família real brasileira, se mostrou à disposição do candidato, caso ele queira uma aliança na chapa.

De acordo com ele, não há outra forma de mudanças no país senão se disponibilizar a servir o povo brasileiro. Ele é filiado ao PSL e pode ser a solução para definir logo o vice do deputado.

Mesmo sabendo dessa hipótese, o príncipe falou que a primeira opção do PSL ainda é o general Augusto Heleno.

General Mourão

O general Mourão, que também foi cogitado a ser vice de Bolsonaro, comentou que o deputado deve se comunicar com uma parcela maior do seu eleitorado. Em uma entrevista, ele falou que o radicalismo de alguns defensores do deputado acaba se tornando algo meio boçal. Muitas pessoas podem se afastar dele por conta disso.

Mourão também criticou o PT, que, segundo ele, foi o precursor em dividir o país. Para o general, todas as ideias são bem vindas para a busca de um país melhor.

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