Chamado e conhecido por muitos de seus eleitores como "mito", o presidenciável Jair Bolsonaro, do PSL (Partido Social Liberal), agora está oficialmente candidato à Presidência da República do Brasil pelo seu partido; o evento que ocorreu na convenção nacional deste domingo (22), contou com a presença de várias 'figuras' já conhecidas do público e filiadas ao PSL de Jair Bolsonaro, com exceção de (ao que se sabe) Magno Malta, do PR (Partido Republicano), que elogiou o presidenciável.

Bolsonaro, por sua vez, ao lado de Janaína Paschoal chorou ao ouvir o Hino Nacional Brasileiro e elogiou as mulheres na convenção.

(Antes que se iniciasse a convenção do PSL, todos foram convidados a se levantar para a execução do Hino Nacional)

Se para uns o choro do parlamentar significou um desabafo, para outros foi a emoção de poder governar o país que ama, havendo ainda há aqueles que podem apontar uma mistura de sentimentos que posteriormente culminaram nas lágrimas silenciosas em meio a um momento patriótico, tendo em vista a oportunidade de mudar o país, segundo o seu Governo.

A jornalista e também filiada e pré-candidata federal por São Paulo, Joice Hasselmann também cobriu o evento da convenção do PSL. Após a execução do Hino Nacional, ela vira-se para um General, que, por sua vez, diz aos sussurros, com relação ao choro de Bolsonaro: "Não conseguiu cantar nem a primeira parte". Veja o vídeo:

Após choro na abertura da convenção, presidente do PSL discursa

Se por um lado Jair Bolsonaro coleciona desafetos, críticas e acusações pesadas, por outro mantém laços fortes e admiração, prova disso foi o discurso do próprio presidente de seu partido, Gustavo Bebianno, que não poupou elogios a seu candidato á Presidência da República.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Jair Bolsonaro Governo

Bebianno declarou que, em breve, o Brasil vai enxergar melhor quem é Bolsonaro. Para ele, Jair é um exemplo de correção, e que vai acabar com a "palhaçada petista", em referência a uma suposta divisão promovida pelo PT ao separar negros e brancos, héteros e homossexuais, ressaltando, nas suas palavras, que o que deve permanecer é a união do povo brasileiro.

Discurso anti-establishment e o elogio às mulheres

O discurso nacionalista e patriótico de Bolsonaro revelou-se anti-establishment, ou seja, contra a atual liderança sócio-política e econômica do estado.

Para isso, o mesmo disse apostar na mudança, um exemplo foi sua crítica a Geraldo Alckmin, do PSDB (Partido Social Democrático Brasileiro), que faz parte do espectro político de centro-esquerda. Bolsonaro "agradeceu" a Alckimin pela aliança do tucano feita com o "centrão". "Nata do que há de pior", comentou.

Sobre as mulheres, Jair Bolsonaro ressaltou que as mesmas tem um senso de responsabilidade muito maior do que o dele, sustentando sob o fato de todos termos nascido de uma mulher.

Anteriormente, o candidato afirmara querer um Brasil melhor, inclusive para sua filha Laura, de 7 anos.

O candidato também citou a advogada Janaína Paschoal, sua mais provável vice e uma das protagonista no impeachement de Dilma, em 2016, que também discursou posteriormente. O parlamentar foi enfático ao dizer que o compromisso de Janaína é apenas com o Brasil.

Magno Malta, do PR-ES, também esteve presente na convenção, o mesmo disse se agradar de ver Janaína ao lado de Bolsonaro e, assim como o presidente do PSL, também não poupou elogios ao presidenciável reafirmando seu apoio ao mesmo, torcendo por uma vitória ainda no 1º turno.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo