Uma situação inusitada ocorreu na noite desta última sexta-feira (27) relacionada à chapa da pré-candidata à Presidência da República, Marina Silva (REDE). Segundo especulações, o ator global Marcos Palmeira pode ser convidado a ser vice da presidenciável.

A notícia foi publicada pelo jornal Folha de São Paulo e, segundo informações de Pedro Ivo Batista (porta-voz do partido), a informação procede e Marcos Palmeira poderá ser o escolhido.

Ainda segundo a reportagem, o nome do ator surgiu logo após o jornalista e deputado federal Miro Teixeira (REDE-RJ), braço direito da ex-senadora, manifestar a vontade de concorrer ao Senado Federal. Na ocasião, o político desistiu da disputa pelo comando da vice-chefia do Executivo. Desta forma, com a vacância do cargo, o artista se tornou uma possibilidade mais atrativas.

Marcos Palmeira é filiado ao partido de Marina Silva

O ator, além de ser amigo de Marina Silva, se filiou ao Rede de Sustentabilidade e foi considerado militante de causas ambientais.

Mesmo com expectativas relacionadas ao global, a legenda revelou outros protagonistas que poderão aceitar concorrer com a presidenciável, caso a opção (Marcos Palmeira) não se consume, são eles: Eduardo Bandeira de Mello (presidente do Clube de futebol do Flamengo) ou Ricardo Paes de Barros (economista e um dos instituidores do Programa Bolsa Família).

Também tem previsão de concorrer pela esquerda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que até o momento, vem sendo considerado um dos presidenciáveis mais cotados pelas pesquisas eleitorais.

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Lava Jato Sergio Moro

A grande preocupação deverá ser no mês de setembro, ou seja, na data limite para que o Partido dos Trabalhadores oficialize o registro do petista. Lembrando que o candidato poderá ser impugnado de ofício (sem prévia comunicação à parte).

Lula encontra-se preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná, porém em sala exclusiva e especial. O líder petista foi sentenciado pelo juiz federal, Sérgio Moro (responsável pela Operação Lava Jato no país), a pena de nove anos e seis meses de prisão em regime fechado pela incidência em crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Desta feita, sem concordar com o teor da condenação, Lula junto aos seus defensores protocolou recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre. Esclarece informar que a sentença do ex-presidente foi ratificada pelos membros desembargadores da 8ª Turma da Corte Superior, ademais, com a publicação de aumento de pena para doze anos e um mês de prisão.

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