Michel Temer, atual presidente do Brasil, foi entrevistado essa semana pela TV portuguesa RTP e afirmou que não concorrerá à presidência do Brasil nas Eleições 2018, mas participará “na medida do possível” da campanha eleitoral, apoiando o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Contudo ressaltou que tomará "muito cuidado" nas campanhas realizadas em estados que possuam divergências entre partidos aliados ao governo.

Como Michel Temer afirmou que não será candidato à reeleição, então o Movimento Democrático Brasileiro votou pelo ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como pré-candidato a ocupar o Palácio do Planalto.

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Assim, o pré-candidato tem se dedicado a encontrar aliados para fortalecer sua campanha eleitoral rumo à presidência do Brasil. Nessa empreitada tem buscado alguém que possa compor a chapa de vice.

O pré-candidato do Movimento Democrático Brasileiro

O ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, está sendo apoiado por Michel Temer, mas enquanto o presidente estava em viagem para Cabo Verde, Meirelles intensificava as negociações com o “Centrão” (DEM, PP, SD, PRB e PSC) e o PR chefiado por Costa Neto que desfez as negociações com o pré-candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

O ex-ministro da Fazenda não quer perder a oportunidade de conversar com Costa Neto e afirmou que o mesmo não vai ficar solto.

Nesta quarta-feira (18), Meirelles conversou com o presidente do PRB, Marcos Pereira propondo o cargo de vice presidente para o dono da Riachuelo, Flávio Rocha, que pretendia disputar o cargo da presidência, mas desistiu na sexta passada, porém destacou que existe a possibilidade de aceitar a disputa pela vice-presidência.

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Enquanto as reuniões acontecem para definir quem se unirá a Henrique Meirelles, o presidente Michel Temer segue cumprindo com a agenda que nos últimos dias o destinou para viagens ao exterior e colocou Cármen Lúcia na cadeira da presidência, de modo que alguns contratempos envolvendo possíveis candidatos na corrida das eleições 2018 em assuntos jurídicos.

As últimas notícias afirmam que Meirelles se propôs a bancar integralmente com todas as despesas de Campanha que pode chegar a R$ 70 milhões.

Porém, o ex-ministro conta, apenas com 1% da intenção de votos apontado pelas pesquisas. O pré-candidato não está disposto a desistir e essa foi a proposta caso o MDB não financie sua Campanha rumo a assumir a cadeira da Presidência.

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