O Instituto Paraná Pesquisas fez uma divulgação nesta terça-feira (31), que acabou gerando um grande debate nas redes sociais. É que de acordo com a pesquisa realizada pelo instituto, Jair Bolsonaro segue na liderança rumo à presidência do Brasil. A pesquisa foi realizada em três cenários diferentes e sempre usando nomes do Partido dos Trabalhadores e em todas as vezes, Bolsonaro vence e vai para o segundo turno.

Em uma simulação, o nome de Fernando Haddad entrou como candidato pelo PT e em outra foi o do ex-governador Jaques Wagner. Com Haddad, Bolsonaro teve 23,6% dos votos, enquanto com Jaques Wagner ficou com 23,5%.

Na pesquisa realizada, o deputado chegaria ao segundo turno para disputar a presidência com Marina Silva ou então com Ciro Gomes, sendo que os dois estão empatados tecnicamente, já que tem dois pontos percentuais de margem de erro.

Marina aparece com 14,4% dos votos em uma disputa contra Haddad e contra Jaques Wagner ficaria com 14,3%. Ciro Gomes ficou com 10,7% das intenções de voto em uma disputa com Haddad e 10,8% contra o ex-governador da Bahia.

A pesquisa apontou que somente Lula teria chance contra Bolsonaro, pois o petista que encontra-se preso em Curitiba, teve 29% dos votos, enquanto Jair Bolsonaro ficou com 21,8% das intenções de votos, de acordo com o Paraná Pesquisas. Todos os demais candidatos ficam com menos de 10% dos votos. A pesquisa foi realizada com 2.240 eleitores de todos os lugares do país.

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Jair Bolsonaro Governo

Mais da metade dos entrevistados disseram que não votariam nos seguintes candidatos:

  • 54,1% - não votaria no Lula
  • 54,3% - não votaria em Jair Bolsonaro
  • 55,2% - não votaria em Marina Silva
  • 58,9% - não votaria em Ciro Gomes
  • 63,3% - não votaria em Geraldo Alckmin
  • 67,0% - não votaria em Fernando Haddad
  • 62,3% - não votaria em Henrique Meirelles

Polêmica entrevista de Jair Bolsonaro

Na noite desta última segunda-feira (30), Jair Bolsonaro esteve no Roda Viva e fez muitas declarações polêmicas, que loco repercutiram nas redes sociais.

O deputado chegou a ignorar a escravidão e até o "golpe".

Para o presidenciável, o país não tem nenhuma dívida com a escravidão, e ele disse isso após ser questionado sobre as cotas racionais em universidades. De acordo com Bolsonaro, os próprios negros entregavam os escravos na África.

Bolsonaro chegou a citar o nome de Dilma Rousseff e disse que na semana passada a ex-presidente estava em Cuba e que ela nunca lutou pela democracia.

O deputado ainda afirmou que o primeiro marido de Dilma chegou a sequestrar um avião e em seguida foi para Cuba.

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