Neste sábado (28), uma situação constrangedora envolvendo o nome de Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) [VIDEO], veio à tona. Tudo porque uma reportagem trouxe informações de vários depósitos realizados mensalmente em conta bancária do Ministro, causando especulação entre os veículos de comunicação em todo o país.

Segundo a edição da revista "Crusoé", Toffoli tem recebido a quantia de R$ 100 mil, realizada por intermédio de sua esposa, a advogada Roberta Maria Rangel. Supostamente, o montante sai todos os meses de uma conta particular da causídica no banco privado Itaú para outra conta corrente, desta vez, pertencente ao casal no banco Mercantil Serviços Financeiros.

De acordo com a revista, os depósitos possuem o mesmo valor e são efetuados de forma regular desde 2015. De acordo com as informações, o montante acumulado alcança uma pequena fortuna de, pelo menos, R$ 4,5 milhões disponíveis na conta conjunta de Toffoli e Rangel. Outra curiosidade esplanada diz respeito à ex-mulher do ministro, Mônica Ortega, que por ventura, teria conhecimento das transações bancárias, uma vez que Roberta estaria remetendo todos os meses o equivalente a R$ 50 mil do valor total em comento à ex-cônjuge de Toffoli.

Desta feita, os outros 50% estariam sendo usufruídos para as despesas pessoais do ministro, garantiu a publicação. Na oportunidade, também foi constatado que a conta bancária, estaria sob a responsabilidade de um dos funcionários de confiança do gabinete de Toffoli, na Suprema Corte. [VIDEO]

Suspeitas de indícios de lavagem de dinheiro

A revista digital revelou ainda que, em 2015, uma grande movimentação ocorreu na área técnica do banco Mercantil, naquela época, foram encontrados indícios de lavagem de dinheiro nas operações bancárias efetuadas em contas do Ministro Dias Toffoli, no entanto, a direção da entidade financeira determinou à equipe responsável pelas investigações que todas as diretrizes relacionadas ao assunto deveriam ser encaminhadas ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Com a determinação cumprida, todo o conjunto probatório foi direcionado ao órgão de inteligência financeira do Brasil [VIDEO]vinculado ao Ministério da Fazenda, para a conferência adequada de possíveis dados que apurem de forma precisa a ação voluntária nos produtos (contas) bancários de Toffoli. Lembrando que, o episódio foi imediatamente comunicado ao titular bancário, todavia, ele não se manifestou sobre o assunto, tampouco, se preocupou em averiguar a possibilidade de atividade ilícita, dando o caso por encerrado. As informações são de autoria da revista Crusué em parceria com a plataforma digital Isto é.