Uma das notícias mais atuais junto ao efervescente cenário político brasileiro é que a controversa Janaína Paschoal, que é advogada e foi co-autora do parecer a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, veio através da sua rede social oficial do Twitter, anunciar com todas as letras que preferiu não aceitar o convite para se tornar a vice-presidente de Jair Bolsonaro na disputa das eleições presidenciais 2018 do Brasil com o seu principal concorrente o ex-presidente Lula.

A alegação de Janaína para tal declínio é que conforme ela mesma disse, logo após conversa com o deputado Jair Bolsonaro e com o doutor Gustavo Bebiano (presidente do PSL), ela entendeu de que na atual conjuntura, não reúne condições pessoais de concorrer à disputa presidencial, uma vez que a família dela não a acompanharia na mudança para Brasília.

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A advogada revelou ter tentado todas as alternativas possíveis no momento, no sentido unicamente de poder aceitar o convite de Bolsonaro, mas mesmo assim não foi possível e pediu "desculpas ao Brasil" por ter de responder com uma recusa formal.

Por outro lado, a mulher assegurou que continuará a sua luta por uma nação livre e ao mesmo tempo defendeu o candidato Bolsonaro do PSL, afirmando que o parlamentar está longe de ser machista, pois inclusive a tratou como uma semelhante desde que puderam se conhecer pessoalmente.

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Jair Bolsonaro Lula

Janaína afirmou também que Bolsonaro não se proclama como dono da verdade e nem é autoritário, visto que ele acabou cedendo em várias frentes e soube respeitar os posicionamentos dela.

Indefinição acompanhada de polêmica

De acordo com os especialista e críticos políticos de plantão, o não de Janaína Paschoal era tido como algo absolutamente certo, já que junto aos caciques do PSL, pegou muito mal o proferimento da jurista por ocasião do lançamento da candidatura de Jair Bolsonaro.

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Naquele momento ela foi direta ao dizer e pedir por moderação e tolerância aos eleitores a favor de um regime de governo estável, além de reforçar falando que era fiel ao país e não ao candidato Bolsonaro.

Paschoal não parou por aí e ainda arrematou que não se faz necessário exortar as pessoas a acreditarem em Deus, o que foi a gota de água para transbordar o copo de irritação dos evangélicos.

A figura pública de Janína se tornou também muito conhecida em todo o país pelas suas frases de efeito e críticas.

Tanto é assim que em certa ocasião ela se auto-proclamou estar muito mais preparada para a carreira política e administrativa do que muito candidato com pênis.

Em um outro momento de sua atribulada vida pública, ela postou no Twitter depois de ter sido provocada, que não adiantava colar a foto dela com Aécio Neves em alusão a uma amizade entre ambos.

Mais do que de modo imediato, já se desenha uma alternativa em substituição à Janaína Paschoal, que seriam os pretensos candidatos Marcos Pontes, que é um ex-astronauta e Luiz Philippe de Orléans e Bragança, o príncipe descendente de D. Pedro II.

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Bolsonaro busca por alternativas na sua chapa

O militar Jair Bolsonaro disse à Globo News, que Luiz Philippe passava a constituir o seu plano B, se antecipando a possível hipótese de recusa por parte de Paschoal por causa dos dois filhos dela.

Neste meio tempo, o povo brasileiro aguarda com ansiedade os capítulos mais novos na história contemporânea do Brasil e quais os seus desdobramentos.

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