Neste domingo (05), o Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou a reeleição para o governo de Minas Gerais do candidato Fernando Pimentel e Dilma Rousseff para o Senado Federal. Como estratégia, líderes petistas acreditam que o retorno da ex-chefe de estado permitirá o fortalecimento de Pimentel nas urnas, uma vez que o governador apresentou baixa popularidade no estado. A chapa ainda contará com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que disputará a Presidência da República.

O trio vem sendo anunciado como a "trincheira da democracia", pois sinalizam que a proposta deverá reverter o "golpe" sofrido por Rousseff quando foi impeachmada, em 2016.

Em um cenário bastante conturbado, o segundo estado mais populoso do país ainda não demonstrou favoritismo para com seus candidatos aos cargos políticos. Significa dizer que a próxima disputa eleitoral poderá ser uma incógnita, uma vez que muitos desconhecem os pré-candidatos e outros não estão propriamente convencidos de seus votos.

Haja vista a situação do peessedebista Aécio Neves que, diga-se de passagem, se tornou o maior inimigo dos petistas, após as divergências políticas quando a ex-presidente Dilma foi afastada do cargo temporariamente e definitivamente com o julgamento do Impeachment.

Mesmo rival do PT, Aécio manifestou, há princípio, interesse pela reeleição ao Senado, todavia, desistiu ao perceber a baixa popularidade e disputará uma vaga pela Câmara dos Deputados.

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Lula Eleições

Nos últimos tempos, o senador desgastou sua imagem ao ter o nome envolvido em um forte esquema de corrupção vinculado ao caso Furnas em Minas Gerais. Na época, Aécio ocupava do governo do estado de Minas.

Vice de Fernando Pimentel

Para integrar a chapa de vice junto a Pimentel, foi escolhida a deputada federal Jô Moraes, vinculada ao PCdoB, que cumpre seu terceiro mandato e pela credibilidade da mineira, poderá alavancar a estrutura econômica de Minas.

Entretanto, para o governador de Minas a situação não está fácil, prova disso é a dificuldade com a crise acentuada na economia local que despencou após as suspeitas do envolvimento de Pimentel, com o crime de corrupção passiva em função do cargo.

Desta feita, o mineiro de 67 anos tenta cumprir sua meta buscando a reeleição e argumentou ser vítima de "perseguição", reiterando que sempre agiu de forma correta, ressaltando trechos relacionados à época da Ditadura Militar.

Pimentel fez questão de justificar seu declínio, alegando que a capital mineira apenas sofre reflexos das mercantilizações oportunas do país, ou seja, a comercialização desenfreada do Governo Federal.

Por fim, o governador licenciado para concorrer as Eleições amenizou os impactos negativos, afirmando que as dívidas estão sendo negociadas com a cisão da Codemig. As informações são de autoria do editorial O Estado de S.

Paulo.

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