A Polícia Militar do estado de Minas Gerais, que prendeu Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, que esfaqueou o candidato à presidência Jair Bolsonaro na tarde desta quinta-feira (06) em Juiz de Fora, informou que o criminoso alegou em depoimento que “questões pessoais” o motivaram a cometer o esfaqueamento no presidenciável. A informação foi divulgada no jornal “O Estado de São Paulo”.

Segundo informações divulgadas pelo coronel Alexandre Nocelli, comandante da quarta região, da Polícia Militar, agentes da Polícia Federal faziam a segurança de Jair Bolsonaro no momento do atentado.

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Segundo ele, a Polícia Militar, não participou do cordão de segurança no momento do esfaqueamento. Logo após o atentado a Bolsonaro, Adélio foi detido pelos próprios manifestantes e acabou sendo espancado antes de ser preso. Ao ser conduzido pela polícia, Adélio disse que estava apenas cumprindo uma “ordem divina” e que o esfaqueamento foi uma “missão divina”.

Quem é Adélio Bispo de Oliveira?

De acordo com informações publicadas no portal “Exame”, o homem que atentou contra à vida do candidato a presidente é natural da cidade de Montes Claros e nasceu no dia 06 de maio de 1978, solteiro e atualmente estava desempregado.

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Jair Bolsonaro

Informações preliminares afirmam que Adelio Bispo de Oliveira é um simpatizante do movimento “Lula Livre”. Nas redes sociais, as publicações de Adélio indicam que ele é um grande opositor de Jair Bolsonaro e também da chapa do PSDB, de Geraldo Alckmin. Em algumas publicações, o “esfaqueador de Bolsonaro” chega a criticar os candidatos os classificando como “direita maçônica”.

“Dá nojo só de ouvir, que dizer que a ditadura deveria ter matado pelo menos uns 30 mil comunistas”, dizia a postagem de Adélio feita no último dia 1º de agosto ao se referir ao candidato Jair Bolsonaro.

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Sempre vestindo camisetas de apoio aos movimentos políticos que participa e postando fotos com placas de protesto contra Michel Temer e com a hashtag #LulaLivre, Adélio nunca escondeu a posição política que defende e agora virou um alvo fácil de ser investigado pela Polícia Militar que já abriu inquérito sobre o caso.

Em 2013, Adélio Bispo de Oliveira também foi preso com a acusação de lesão corporal, segundo informações de Flávio Santiago, major da Polícia Militar de Minas Gerais.

Em 2007 e 2014 ele se filiou ao PSOL na cidade mineira de Uberaba, no entanto, pediu desfiliação do partido.

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