Ao que parece, a aliança política entre o ex-governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e o atual senador Aécio Neves, dois símbolos do PSDB, foi definitivamente rompida na noite desta terça-feira (04). Após ser questionado pela reportagem do portal G1 sobre a participação do ex-governador mineiro em sua campanha para presidência da República, Alckmin foi enfático e afirmou que não irá fazer campanha ao lado de Aécio, que já anunciou que se candidatará a deputado federal nas eleições de outubro.

A resposta dura dada por Alckmin demonstrou firmeza e pôs um fim às especulações sobre uma provável aparição do candidato ao lado de seu correligionário, que é réu na Lava Jato por corrupção passiva e obstrução da Justiça. Além da negativa em ter Aécio ao seu lado, Alckmin lembrou que foi o único na executiva do PSDB a votar contra a prorrogação do mandato de Aécio à frente da legenda tucana.

Alckmin também afirmou que, se dependesse de Aécio, ele continuaria à frente do partido até os dias atuais, no entanto, devido à enorme pressão pelos escândalos de corrupção pediu afastamento da sigla. O presidenciável afirmou que antes que os escândalos viessem à tona, ele já havia se posicionado contra a continuidade do mandato de Aécio no PSDB.

Após dizer não a Aécio, Alckmin critica programa eleitoral do PT

Após visitar o hospital Santa Marcelina, na zona leste da capital paulista, o candidato tucano à presidência voltou a criticar duramente a propaganda eleitoral gratuita do PT, apresentada em rede nacional. Para Alckmin, a exibição da propaganda foi um “desrespeito a inteligência da população” já que todos os brasileiros sabem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não será candidato à presidência.

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PSDB

Para o ex-governador paulista, a real intenção dos petistas é vitimizar Lula e fazer com que ele seja retirado da linha de tiro que se encontra atualmente.

Nota baixa do estado de São Paulo no Ideb

Sobre a nota baixíssima, 3,8 dada pelo Ideb (Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico) a rede pública estadual do estado de São Paulo, Alckmin afirmou que a metodologia do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) foi a grande responsável pelo rebaixamento do estado.

Para Alckmin, a exclusão dos alunos do ensino médio técnico do exame foi um duro golpe ao estado de São Paulo, já que o estado tem a maior rede de ensino médio/técnico.

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