Na madrugada de sábado (1º), Tribunal Superior Eleitoral negou a candidatura de Lula como presidenciável pelo Partido dos Trabalhadores. Em vista que o candidato cumpre pena por denúncia por crime de corrupção passiva é entendido que Lula está inelegível. Após o ocorrido, o Partido dos Trabalhadores manteve a decisão de ter o petista como candidato ao páreo, não removendo seu nome e suas fotos dos materiais eleitorais e do site do partido. Segundo o TSE, o ex-sindicalista pode aparecer somente como apoiador e não como candidato do partido.

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Em resposta, o partido garantiu que lutará pelo direito de Lula a concorrer nas Eleições.

Por conta da decisão do TSE, Haddad fica impedido de disputar como o vice de Lula. O ex-prefeito de São Paulo, porém, continua aparecendo no material de campanha do partido ao lado do ex-presidente, ambos acompanhados pelo slogan "O Brasil feliz de novo". Apesar disso, as aparições não desrespeitam a decisão do TSE. Os advogados do petista afirma também que não houve tempo para a troca do material de campanha antes da data de veiculação.

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A ONU já havia recomendado que Lula não fosse impedido de se candidatar à presidência do País. Entretanto, Edson Fachin foi o único que atendeu a essa recomendação e votou a favor da candidatura do ex-presidente. A Lei da Ficha Limpa foi responsável por influenciar o restante dos magistrados.

Lula diz e o povo vota

Durante a decisão do TSE, Haddad estava em Caetés, Pernambuco, cidade natal de Lula. Após o questionamento dos cidadãos sobre a atual situação do ex-sindicalista nas eleições, Haddad afirmou que Lula pediu os votos de seu povo.

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Lula Eleições

A visita do ex-prefeito de São Paulo a Caeté já fazia parte dos planos do partido. Haddad compareceu ao berço do ex-presidente para gravar alguns vídeos para a campanha do PT.

Apesar do impedimento do ex-presidente à candidatura, seu vice deve se reunir com ele nesta segunda-feira (3) para decidir os próximos passos que serão tomados para que o PT consiga fazer parte da disputa eleitoral. Um possível cenário seria o de Haddad como candidato com Manuela D'Ávila como sua vice.

O Partido dos Trabalhadores recomenda que essa decisão seja tomada para que não se perca mais tempo de campanha e para que Haddad conquiste a aprovação necessária após a benção de Lula.

Apesar de estar preso e inapto a concorrer nas eleições, Lula ocupa o primeiro lugar isolado nas intenções de voto, com mais de 30% do apoio dos brasileiros. Bolsonaro aparece em segundo lugar.

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