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A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e agora candidata a senadora pelo Estado de Minas Gerais nessas Eleições está realmente focada em denunciar aquilo que ela classifica como “golpe”, que foi o seu processo de impeachment. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a ex-presidente petista é a candidata que mais gastou em campanha até o momento. Em sua totalidade, Dilma já desembolsou R$ 3,6 milhões para tentar voltar ao cenário político como senadora.

O levantamento dos valores gastos pela petista foi divulgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e publicado no último dia 10 de setembro, segunda-feira. No total, o TSE divulgou os gastos de campanha dos 357 candidatos ao Senado Federal nas eleições de 2018.

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Por incrível que pareça, Dilma está gastando mais para se eleger do que candidatos à Presidência. Para se ter uma ideia, os gastos dela já superam os de Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL) e de Marina Silva (Rede).

Origem dos recursos gastos na campanha

Segundo a Folha de S.Paulo, os gastos de Dilma se originam do próprio PT. Apenas 0,5% do valor arrecadado vem de fontes privadas, no caso, financiamento coletivo. Como a eleição ainda não chegou ao seu fim, à campanha de Dilma poderá bater um valor recorde, e poderá chegar a R$ 4,2 milhões. Acredita-se que Dilma, caso eleita, poderá levar adiante as ideias defendidas pelo partido, a principal delas, é a de que o impeachment foi um golpe de estado.

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Além disso, Dilma poderá criticar a prisão de Lula, em alguns discursos, a candidata até comparou o caso do ex-presidente aos casos de Nelson Mandela e de Martin Luther King.

Até o momento, o gasto milionário parece estar surtindo efeito, já que na última pesquisa de intenções de voto, a petista lidera as intenções de voto ao Senado. Ela está com 26% das intenções. O segundo colocado na pesquisa, o jornalista Carlos Viana (PHS) está 15 pontos percentuais atrás da petista, com 11% das intenções.

Outras campanhas milionárias ao Senado

O segundo candidato que mais está gastando para tentar se eleger é Rodrigo Pacheco (DEM) que também concorre a uma vaga ao Senado pelo estado de Minas Gerais. Até o momento, os gastos de Pacheco já foram contabilizados em R$ 2,72 milhões.

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Na terceira colocação, está André Moura (PSC) que tenta uma vaga pelo estado de Sergipe, com um gasto de pouco mais de R$ 1,7 milhão.

No caso dos candidatos à presidente, até o momento, Henrique Meirelles é candidato que tem a campanha mais cara. No total já foram gastos R$ 39,2 milhões.