O candidato que lidera as pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, deu uma entrevista exclusiva ao jornal Folha de S Paulo, a primeira desde que sofreu um ataque a faca no último dia 6 de setembro. O parlamentar do PSL segue em tratamento de recuperação e falou de seu leito hospitalar. Vale ressaltar que o presidenciável já vem se dispondo ao consumo de uma alimentação pastosa, de acordo com informações apresentadas no boletim médico do Hospital Albert Einstein.

Ao ser questionado sobre polêmicas recentes, sobre rumores de recriação de uma suposta CPMF, atribuídos às entrevistas concedidas pelo seu provável futuro ministro da Fazenda, se Bolsonaro vencer a eleição, o mesmo afirmou que não existe qualquer possibilidade de que haja aumento de impostos em seu governo. Bolsonaro desfez os rumores e afirmou que o economista Paulo Guedes "segue firme" na campanha.

Bolsonaro declarou ainda que "Paulo Guedes jamais cogitou a recriação da CPMF e que isso se trataria de uma distorção". O deputado federal concluiu ao considerar que Guedes estaria, na verdade, "estudando alternativas e que tudo passará pelo seu crivo (Bolsonaro)".

Jair Bolsonaro falou por breves quatro minutos. Ao se manifestar a respeito de duas cirurgias realizadas, o presidenciável comentou sobre o momento difícil em que se encontrava, ao afirmar que "quase morreu e que está vivo por um milagre". Bolsonaro disse que estava bem e que seu bom humor estava de volta.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Jair Bolsonaro Eleições

Queixas contra a campanha do PSDB

Durante a entrevista, Bolsonaro comentou os ataques proferidos pela campanha do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin. A campanha do presidenciável tucano vem criticando Bolsonaro no programa eleitoral no rádio e na televisão. O capitão da reserva comentou sobre os ataques de Alckmin e disse que "via com muita tristeza o Geraldo Alckmin, uma pessoa em quem já havia votado anteriormente".

O deputado revelou ainda, considerar que "Alckmin jogou pesado e que não esperava isso dele, porém, a verdade é que ele não seria diferente do PT". Ao comentar os ataques no horário político eleitoral, Bolsonaro disse que não teria tempo para rebater a todas as críticas da campanha tucana e toda a "baixaria provocada". Porém, disse que poderia questionar Geraldo Alckmin em relação às acusações já direcionadas ao tucano, referentes a desvios de recursos destinados à merenda escolar no Estado de São Paulo, como também, em relação às obras do Rodoanel, da Odebrecht.

Ao elencar todas as denúncias que pesam contra o tucano, o presidenciável do PSL disse que "isso seria covardia" do Alckmin.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo