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Na tarde desta terça-feira (11) o Partido dos Trabalhadores confirmou o nome de Fernando Haddad como principal candidato do PT nas Eleições de outubro. Manuela D'Ávila (PCdoB) será vice na chapa do PT. Hoje pela manhã, em Curitiba, Haddad esteve em uma reunião com as principais cabeças do PT, como a senadora Gleisi Hoffmann, o senador Lindeberg Farias (RJ) e a ex-presidente cassada Dilma Rousseff.

O anúncio acontece após o Tribunal Superior Eleitoral negar o pedido de candidatura de Lula. O prazo de 10 dias para o PT apresentar novo candidato se expirou, mas o TSE ainda deu mais um dia para o novo candidato. Havia um processo para ser analisado no Supremo Tribunal Federal, mas não foi acatado.

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O TSE julgou sobre a Lei da Ficha Limpa e impediu a candidatura de Lula.

Na frente do prédio da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, onde Lula está preso, a militância do PT toda foi convocada para um ato. Nele será oficializado o nome de Haddad para concorrer às urnas eleitorais. Hoje pela manhã Haddad já se encontrou com Lula e novamente pela tarde ele faz outra visita.

Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais, ao sair da reunião com os dirigentes do PT em Curitiba, disse que esse não é um momento para se comemorar. Ele afirma que "o candidato do povo era o Lula, no entanto, terá que ser Fernando Haddad, diante dessa violência que está sendo cometida contra a democracia". Ele ainda declarou que a transferência dos votos de Lula para Haddad está acontecendo. "A tendência daqui pra frente é acelerar", finalizou.

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Oposição ataca candidatura de Fernando Haddad

Geraldo Alckmin declarou que a oficialização da candidatura de Fernando Haddad pelo PT para a disputa da presidência da República põe fim à "enganação" que o PT vinha alimentando. A declaração ocorreu na tarde desta terça-feira (11). Mostrando-se indignado, Geraldo Alckmin (PSDB) disse ser "inacreditável o que o PT fez ao longo desses meses". Alckmin ainda acusou o PT de tentar fazer uma "vitimização" e de tentar "proteger" Fernando Haddad.

O candidato à presidência ainda atacou Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles (MDB), acusando-os de serem "adoradores de Lula". E ainda completou: "Todos serviram a Lula".

No caso mais recente envolvendo seu partido, Geraldo Alckmin foi indagado sobre Beto Richa (ex-governador do Paraná), que foi preso.

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"A Justiça será feita e ele terá de prestar contas à sociedade", comentou.