Nesta última sexta-feira, 21 de setembro, o ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, comentou sobre a garantia dos resultados das Eleições presidenciais deste ano. Segundo Luna, o resultado eleitoral está garantido, independente de quem for ganhar as eleições. As informações foram dadas pelo jornal Folha de S.Paulo.

O general evidenciou que pelo menos nove estados pediram ajuda dos militares para o dia da votação, 7 de outubro. Neste dia, também estarão nas ruas cerca de 30 mil homens das Forças Armadas, a fim de garantir a ordem nos lugares de votação.

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O número de participação de militares é o mesmo das eleições de 2014.

A equipe de profissionais do Exército, Marinha e Aeronáutica estarão prontas para combater possíveis crimes contra a paz e segurança em 7 de outubro.

Com isso, general Joaquim Silva e Luna afirmou que o essencial papel das Forças Armadas será de garantir o funcionamento das instituições dentro da regularidade, dando segurança a todos os eleitores.

No entanto, Luna afirmou que não haveria nenhum interesse da instituição em averiguar a veracidade do resultados das urnas eletrônicas. Com isso, as Forças Armadas [VIDEO] se afastam de qualquer movimento ou candidatos que questionam tal fato.

Além do mais, o general enfatizou que a Constituição Brasileira é como a "bíblia das Forças Armadas", mostrando a responsabilidade da instituição perante a população.

Declarações de Villas Bôas

A fala do ministro da Defesa soou como comentário sobre a declaração dada pelo comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas [VIDEO], em outra ocasião. Villas Bôas evidenciou que o atentado ocorrido contra o candidato Jair Bolsonaro mostrou preocupação com a estabilidade do próximo governo.

Além do mais, disse que é possível que o próximo governo tenha a governabilidade questionada.

Logo em seguida, o PT reagiu as falas de Villas Bôas, acusando o general de insubordinação e tentativa de influenciar o resultado eleitoral. O PT se preocupou com o fato do general ficar contra a participação de Lula nas eleições, caso a Justiça mandasse soltar o ex-presidente condenado.

O ministro da Defesa avaliou que as falas de Villas Bôas foram mal interpretadas e que o comandante do Exército apenas avaliou a possibilidade de haver uma crise eleitoral após o resultado das eleições.

No momento, o candidato Jair Bolsonaro se consolida na frente dos outros candidatos, com 28% das intenções de votos.