O general Hamilton Mourão, pré-candidato à vice presidência na chapa de Jair Bolsonaro, foi criticado pelo candidato Ciro Gomes [VIDEO]durante sabatina do portal "O Globo". Segundo Ciro, o general do Exército seria um "jumento de carga". As afirmações foram ditas em diversos momentos da sabatina.

General Mourão avaliou as críticas, mas afirmou que não iria rebaixar o nível do diálogo. Em resposta, o vice de Bolsonaro minimizou as ofensas e disse que iria deixar Ciro "falando com o vento". As informações foram transmitidas pelo portal "O Globo".

Segundo jornalistas do "O Antagonista", a assessoria de Mourão reafirmou que o general não iria se igualar às falas de Ciro Gomes, pois o nível do diálogo não interessaria a ninguém.

Além do mais, Mourão afirmou que essas questões estariam relacionadas a "pessoas desesperadas" que não teriam um pensamento nacional.

Com isso, Mourão deixou claro que Ciro partiu para ofensas por não ter argumentos plausíveis. O general cita que isso não teria relevância alguma e que baixar o nível não faria parte de sua educação.

Ciro Gomes ofende general do Exército

A sabatina deu o que falar. Ciro Gomes chegou a enfatizar que o general [VIDEO]seria uma "jumento de carga" e que, pelo fato de ter, segundo Ciro, uma "entrada no Exército", acharia que é "dono da nação". Em um recado, Ciro disse que os brasileiros é quem comandam o país.

As declarações do político vieram após uma fala de Mourão em seguida ao atentado sofrido por Jair Bolsonaro. Na ocasião, Mourão disse que os militares são os "profissionais da violência".

Bolsonaro foi vítima de uma facada na região abdominal. Investigações indicam que houve relação com o posicionamento político do agressor. Atualmente, o pré-candidato à presidência do Brasil segue internado em decorrência do grave ferimento.

Recuperação de Bolsonaro

O político, que recentemente mostrou grande relevância nas pesquisas eleitorais sendo apontado como um dos mais fortes candidatos ao maior cargo do país, segue internado. Nesta última quarta-feira, 12 de setembro, um novo boletim médico evidenciou que a alimentação oral de Bolsonaro foi suspensa após constatação de uma distensão abdominal.

Bolsonaro chegou a ser submetido a uma cirurgia às pressas logo após ser esfaqueado. O estado do político foi considerado grave e sua recuperação é lenta.

O boletim médico também evidenciou que no momento Bolsonaro está estável, sem sinais de infecção, porém requer cuidados.