O candidato a presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro [VIDEO] que, recentemente, foi esfaqueado por Adélio Bispo de Oliveira enquanto realizava ato de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG), costumava ser recebido por uma multidão de fãs e eleitores em aeroportos e outros lugares públicos.

Essa recepção acalorada deu-se devido a sua crescente popularidade nos últimos anos por causa, entre outros fatores, do uso de redes sociais na internet que é onde mostra-se mais popular.

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Sendo que essa popularidade nem sempre é de apoio.

Muitos eleitores manifestam uma grande torcida pelo candidato a presidente, porém existe também um número grande de pessoas que manifestam ser totalmente contra o presidenciável. Muito deste posicionamento das pessoas contra o candidato ocorre devido à postura política e fala do presidenciável.

Grupo anti-Bolsonaro

No lado da turma de pessoas que se posicionam contra o presidente a candidato a presidente da República Federativa do Brasil, surgiu há cerca de duas semanas um grupo no Facebook chamado 'Mulheres unidas contra Bolsonaro' que ultrapassou a marca de 1 milhão de membros em poucos dias.

Discrepância

Foi altíssimo o crescimento do número de membros no grupo anti-Bolsonaro em poucos dias, porém alguns internautas notaram que havia uma diferença posterior no número de participantes; para quem estava no grupo havia mais de 1 milhão de pessoas, mas, oficialmente, o número de membros estava aproximadamente em 800 mil.

Havia mulheres que não sabiam que foram incluídas no grupo

Uma quantidade de mulheres começou a reclamar. Elas diziam que foram incluídas no grupo sem o consentimento delas.

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Segundo o Facebook, um usuário da rede social criada por Mark Zuckerberg só pode ser adicionado por alguém que já faça parte de sua lista de amigos na rede social e dessa forma não existe possibilidade de o usuário do Facebook evitar receber o convite para participar de um grupo. Então, a pessoa que foi convidada já aparece como integrante do grupo para o qual foi convidada. Para recusar o convite, o usuário deve acessar a página e recusar o convite.

Desta forma, após declinar o convite, a pessoa não será mais mostrada como participante do grupo.

Houve a circulação nas redes sociais de que, na verdade, as criadoras haviam se apropriado de um grupo chamado Gina Indelicada e apenas trocado o nome, porém o grupo nega a manobra e o Facebook afirma que mesmo trocando o nome a data de criação de grupos na rede social não fica alterada. Então, é possível verificar que o grupo 'Mulheres unidas contra Bolsonaro' realmente foi criado há cerca de duas semanas e assim não é um grupo que tenha sido apropriado ou tido o nome trocado.

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Criação do grupo

Quem idealizou o grupo foi uma funcionária pública de Salvador (Bahia) e, ao criar o grupo 'Mulheres unidas contra Bolsonaro', ela mesma escolheu permitir que qualquer membro do grupo pudesse incluir convidados; esta permissão possibilitou que a mobilização se tornasse mais dinâmica.

Ameaças

As administradoras e moderadas do grupo 'Mulheres unidas contra Bolsonaro', que gerou muitos debates nas redes sociais, decidiram fechar seus perfis no Facebook, pois elas afirmam que receberam muitas ameaças e ofensas.

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