Neste sábado (15), um suposto membro do grupo "Mulheres Contra Bolsonaro" alterou o nome do grupo e excluiu seus administradores. Segundo estes, o grupo vem sofrendo tentativas de ataques desde a última quinta-feira (14). O grupo, que fora criado para mulheres que são contrárias ao candidato a presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL), já contava com aproximadamente 2 milhões de membros e vinha ganhando força nas redes sociais nos últimos dias.

Grupo teve nome alterado para "Mulheres com Bolsonaro #17"

De acordo com os administradores do grupo, o nome foi alterado por volta das 20h30. Até o momento, os administradores não conseguiram reverter o fato devido aos seus perfis terem sido excluídos do grupo pelo membro, cujo nome seria Carlos Shinok. Após o ocorrido, diversas publicações em prol do candidato do PSL e em comemoração ao Ataque foram feitas no grupo.

Para tentar acalmar os ânimos, outros usuários também realizaram publicações tanto dentro quanto fora do grupo. A grande maioria das publicações em prol do candidato foram realizadas por homens. O grupo, mesmo sendo privado e os candidatos a membros tendo que ser aceitos por outros membros, já vem sofrendo ataques desde que começou a ganhar relevância nas redes e na mídia em geral. Em um destes ataques, uma das administradoras teve seu perfil invadido e suas informações pessoais divulgadas.

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Ataques já chegaram a estipular um fim para o grupo

A grande maioria dos ataques foram revertidos. Porém, devido aos administradores terem sido removidos, não se sabe ao certo como o ataque será resolvido. Mesmo com o ocorrido, o grupo havia organizado vários atos para se manifestar contra Jair Bolsonaro em diversos locais do País, inclusive no Rio de Janeiro, estado que o candidato representa na Câmara Federal.

O "Mulheres Contra Bolsonaro" surgiu como um grupo para defesa dos direitos das mulheres, e não tem o objetivo de atacar diretamente o candidato do PSL, apenas combater alguns dos ideais que o mesmo defende e que seus admiradores e colaboradores espalham não só pelas redes como também pessoalmente. Com toda a força que ganhou no decorrer nos dias e os diversos movimentos criados graças aos novos membros que o grupo vinha ganhando nos últimos dias, o intuito é que o grupo se mantenha ativo mesmo após as Eleições.

Devido à criação deste grupo, também surgiu um grupo denominado "Homens Contra Bolsonaro" que, atualmente, conta com 63 mil membros.

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