O incêndio no Museu Nacional, no ultimo domingo (2), no Rio de Janeiro, tomou uma enorme repercussão e foi anunciado nos principais veículos de comunicação do mundo. Anos de história foram queimados em poucas horas deixando a população brasileira em luto por grande parte do passado que foi perdido. Anônimos e famosos lamentaram o fatídico episódio, dentre eles o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro, que dividiu opiniões com a sua declaração. O deputado federal afirmou que não poderia fazer milagre diante da tragédia que já havia acometido o patrimônio histórico.

'Já tá feito', declarou Bolsonaro

Dois dias após as chamas terem consumido o Museu Nacional, Bolsonaro foi questionado sobre uma possível proposta para a manutenção do patrimônio e declarou que já havia pegado fogo e nada mais poderia ser feito, questionando 'Quer que eu faça o quê?'. A resposta do candidato do PSL foi dada em uma entrevista coletiva na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (4), Jair ainda ironizou dizendo que seu nome é Messias, porém não poderia fazer milagre

Em sua declaração, o candidato a presidente do Brasil preferiu jogar a responsabilidade para o PSOL e PCdoB, partidos que, segundo Bolsonaro, integram a parte administrativa do Museu, patrimônio que pertence à Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo como reitor, Roberto Leher, filiado ao PSOL.

De acordo com Bolsonaro, o que poderia evitar novas tragédias desse porte seria negação de indicações políticas para ''todas as funções do Brasil''. Questionado sobre a escassez do recursos para manter esse tipo de patrimônio, o presidenciável afirmou que “se não há dinheiro, paciência”. Como proposta nesse aspecto, Jair acrescentou que pretende pegar o orçamento pronto.

Sobre a Cultura no Brasil

Ainda na coletiva, questionado pelo repórter do site 'UOL', Bolsonaro [VIDEO] falou sobre cultura no pais e reclamou que jornalistas queriam jogá-lo contra esse direito brasileiro e fez questão de destacar a importância desse setor.

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Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro ainda criticou os fins da Lei Rouanet, que incentiva a cultura no pais. O candidato à presidência declarou que cultura é importante, mas fez questão de frisar que estava se referindo à cultura raiz.

O deputado se diz a favor da Lei Rouanet para incentivar artistas no início de carreira, música caipira e sertaneja, por exemplo. Bolsonaro ainda alfinetou: 'Não é para esses globalistas ficarem mamando na nossa teta não', encerrando a entrevista.

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