O candidato a Presidência da República, Jair Bolsonaro [VIDEO], gravou um Vídeo no hospital em Minas Gerais, relatando sobre o atentado que sofreu, que quase custou a sua vida.

O senador Magno Malta do PR-ES, esteve na UTI da Santa Casa de Misericórdia em Minas, visitando Bolsonaro, e gravou um vídeo do momento.

O senador fez uma oração agradecendo a Deus pelo restabelecimento de Jair Bolsonaro e logo após, Bolsonaro falou que no momento em que foi atingido pela faca, parecia que tinha levado uma bolada na boca do estomago, e que a dor era insuportável.

E ele achava que tinha algo maior acontecendo. Agradeceu ainda a Deus e à equipe médica por ter salvado a sua vida.

O candidato lamentou, ainda, por não poder comparecer na Av. Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, para as comemorações da Independência do Brasil.

Suspeitas de mais envolvidos

Antes deste vídeo ser postado pelo senador Magno Malta, o filho do candidato Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro do PSC-SP, tinha postado um vídeo dizendo que a faca entrou 12cm em seu pai, e que tinha sido um milagre Jair Bolsonaro não ter morrido.

Ele levantou suspeitas sobre a participação de outras pessoas no caso, dizendo que muitos estão dizendo que a faca veio das mãos de outra pessoa para o agressor.

Em depoimento à Policia Federal do Estado de Minas, Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, o homem que atacou Bolsonaro, disse que tinha planejado o ataque sozinho. Adélio Bispo de Oliveira, foi filiado ao Psol entre 2007 e 2014.

Por diversas vezes em redes sociais, ele fazia postagens atacando o candidato Bolsonaro e seus eleitores. Se dizia desiludido com a política. Em reportagem [VIDEO] ao Jornal Nacional, ontem (6), uma sobrinha do preso, disse que o tio era uma pessoa até então calma e que não era violento. E que o único episódio em que ele se alterou, foi quando arrombou uma porta para pegar seus pertence em uma casa onde morava, pois a pessoa dona da casa não havia lhe dado a chave para ele entrar. Essa, segundo a sobrinha, foi a única vez em que ele foi fichado na Polícia.

Logo após o ataque sofrido por Jair Bolsonaro, todos os candidatos à presidência se pronunciaram, dizendo que a violência não cabe no debate político e que, segundo Marina Silva, a população não pode ser influenciada a cometer violência, pelo comportamento demostrado do candidato Jair Bolsonaro.

Segundo o Psol, partido do candidato Bolsonaro, apesar do candidato não poder fazer campanhas nas ruas pelos próximos dias, ele continuará ativo nas redes sociais, onde ele tem um forte engajamento com seus eleitores.