De acordo com site do Estadão, Jair Messias Bolsonaro, candidato à presidência da República pelo Partido Social Liberal (PSL), iniciou alimentação via oral na forma líquida na quarta-feira (19). O novo boletim do Hospital Israelita Albert Einstein, assinado por três doutores – o cirurgião Antônio Luiz Macedo, o clínico e cardiologista Leandro Echenique e o Diretor Superintendente do estabelecimento médico, Miguel Cendoroglo –, atesta ainda que o presidenciável respondeu bem à ingestão deste tipo de alimento.

Bolsonaro segue internado em uma Unidade de Terapia Semi-Intensiva do Albert Einstein, e mesmo voltando a se suster de forma natural, permanece recebendo a chamada "nutrição parenteral", ou seja, administrada diretamente em veia sanguínea.

Além disso, segundo o mesmo boletim, o candidato "prossegue com boa evolução clínica" e não apresenta qualquer sinal de infecção (como, por exemplo, febre), além de estar realizando exercícios respiratórios e pequenas caminhadas – em seu perfil oficial do Twitter, o presidenciável, inclusive, divulgou ainda na quarta-feira (19) uma foto de um destes momentos, onde aparece amparado por uma funcionária do hospital e por Carlos Bolsonaro, um de seus filhos:

Liderança isolada no Estado de São Paulo segundo o Ibope

Conforme revelou a agência Reuters, a última pesquisa feita pelo Ibope para o cargo de presidente, tornada pública na terça-feira (18), mostrou que, em São Paulo – o maior colégio eleitoral do país –, Jair Bolsonaro aparece isolado na preferência dos eleitores, ao passo que Geraldo Alckmin (PSDB), que já governou o Estado por quatro mandatos distintos, apresentou queda nas intenções de voto.

Agora, o candidato do PSL é a escolha preferencial de 30% dos paulistas – são sete pontos a mais do que a porcentagem verificada anteriormente em pesquisa também realizada pelo Ibope no último dia 10. Alckmin detém atualmente 13% do eleitorado, e aparece empatado com Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, que obteve um crescimento de seis pontos percentuais.

No caso do tucano, que decidiu retomar a estratégia de atacar Bolsonaro no horário político gratuito após se reunir com integrantes de sua coligação – o chamado "Centrão" –, a queda foi de cinco pontos.

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Em outras palavras, o empate técnico entre o candidato do PSL (23%) e Alckmin (18%), aferido na pesquisa anterior, já não existe mais.

Em relação aos outros candidatos com melhor pontuação, Ciro Gomes (PDT) soma agora 8% (antes contava com 11%), e Marina Silva, da REDE, aparece com 6%, o que representa uma queda de dois pontos em relação à pesquisa anterior.

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