Sob registro de BR-01522/2018 no Tribunal Superior Eleitoral o TSE, a FSB Pesquisa então contratada pelo Banco BTG Pactual realizou (segundo o site Poder360), o 1º estudo após o atentado da facada contra a vida do presidenciável Jair Bolsonaro do PSL (Partido Social Liberal) em um comício em Juiz de Fora em Minas, o estudo contou com 2.000 pessoa espalhadas por todo o país, tanto no sábado (8) quanto no domingo (9) deste mês de setembro, podendo contar com uma margem de erro de 2 pontos percentuais.

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Após o incidente Jair Bolsonaro desponta em 1º com 30% enquanto o petista Fernando Haddad, possível principal adversário na disputa eleitoral ficou apenas com 8%.

Logo após Bolsonaro no pleito à Presidência da República vem o candidato Ciro Gomes do PDT (Partido Democrático Trabalhista) despontando na 2ª posição com 12%, que no entanto fica tecnicamente empatado com os demais candidatos no pleito da pesquisa na margem de erro sendo os 3 tanto: Geraldo Alckmin do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), quanto Fernando Haddad do PT (Partido dos Trabalhadores) e Marina Silva do Rede com 8% na pesquisa do Instituto FSB contratada da BTG Pactual.

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Logo mais atrás somando 3%, vem João Amoêdo do Novo, Álvaro Dias do Podemos e Henrique Meirelles do MDB (Movimento Democrático Brasileiro).

Com 1% vem Guilherme Boulos do PSOL (Partido Socialista) e Cabo Daciolo do Patri.

'Nenhum' ou 'não respondeu' somaram 17%, já os indecisos ficaram em 7%.

Como dito, foram ouvidas 2 mil pessoas em diferentes unidades federativas, segundo os dados e informações dispostas.

Bolsonaro lidera com 26% mesmo em cenário com Lula que despontaria 12%

Mesmo se considerando Lula no cenário na espontânea, Jair Bolsonaro continua liderando com 26% segundo os dados da pesquisa contra 12% das intenções de voto do petista, atrás de Luiz Inácio Lula da Silva viria o PSDbista Geraldo Alckmin, Marina Silva do Rede e João Amoêdo do Novo empatados contando com 3% das intenções de voto do eleitorado assim como Fernando Haddad.

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Jair Bolsonaro Negócios

Ainda se considerando o cenário improvável com Lula Alvaro Dias somaria 2% seguido de Henrique Meirelles do MDB que despontaria apenas 1% das intenções de voto, demais candidatos também somariam 1%. Neste cenário improvável com o ex-presidente Lula nenhum ou não respondeu somaram 19% ao todo, já os indecisos em cenário improvável com Luiz Inácio Lula da Silva somaram 20%.

Pesquisa da FSB/BTG Pactual também considerou taxa de rejeição dos candidatos

A taxa de rejeição também foi considerada segunda a pesquisa da FSB/BTG Pactual, segundo mostram os dados Marina Silva desponta a maior rejeição entre os candidatos: 64% de rejeição, seguida de Alckmin com 61% de rejeição no pleito, Meirelles e Haddad com 52% de rejeição, Ciro e Bolsonaro com 51%, Eymael com 48%, Cabo Daciolo com 42%, e Alvaro Dias, Vera Lúcia, Goulart Filho e Guilherme Boulos com 41% da taxa de rejeição.

Por último João Amoêdo do Novo.

De acordo com o levantamento da BTG 74% das pessoas confirmaram que com certeza vão votar, já 13% acham que 'provavelmente', no entanto 7% tem a certeza de que não vão votar, 3% estão indecisos se vão votar ou não.

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