Nunca antes na história do país uma eleição presidencial esteve tão polarizada, de um lado a direita de Jair Bolsonaro (PSL), de outro, a esquerda de Fernando Haddad (PT). De acordo com as pesquisas de intenções de voto, está se desenhando um segundo turno entre direita e esquerda.

Com essa grande evidência, o mercado financeiro tem que se posicionar sobre quais candidatos são mais adequados para o setor, e de acordo com reportagem divulgada no jornal O Estado de S. Paulo, a “balança” está pendendo mais para Jair Bolsonaro.

Segundo a publicação, é notório que a cada subida do candidato nas pesquisas o dólar cai e a bolsa sobe.

Apesar de não ser o candidato dos sonhos dos analistas financeiros, Bolsonaro tem a facilidade em admitir que o país está na UTI. Os petistas, por suavez, não dariam tanta atenção a temas relevantes como a reforma da Previdência.

De tempos em tempos, é possível verificar que Bolsonaro usa um tom mais liberal e toca em temas como reformas e ajustes fiscais. Já a candidatura petista teria dificuldade em debater questões estruturais.

Analistas dizem que proposta de Paulo Guedes é difícil de ser executada

Apesar de ver com bons olhos, as promessas de campanha de um eventual governo de Jair Bolsonaro, o mercado financeiro vê com muita dificuldade a proposta do homem forte de Bolsonaro, o economista Paulo Guedes de privatizar estatais em massa. Os analistas consideram uma missão muito difícil de ser executada, já que em alguns setores das estatais, como o elétrico, os ativos são calculados em cerca de R$ 1 trilhão, valor altíssimo e de difícil privatização.

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Jair Bolsonaro

O principal temor do mercado financeiro em um eventual governo de Bolsonaro é o de que passado intervencionista do candidato venha atrapalhar a agenda estabelecida por Paulo Guedes. Apesar do possível choque, o mercado deixará essas discussões para o dia seguinte às eleições.

Vitória petista faria mercado reagir mal

Em um primeiro momento, uma vitória petista faria com que o mercado reagisse mal, segundo a economista Alessandra Ribeiro, da Tendênias Consultoria.

O candidato do PT traria preocupação aos investidores, apesar de ser mais palatável que um possível retorno de Lula ao poder.

Para Alessandra Ribeiro, a visão sobre a gestão petista somente trará esperanças ao mercado quando temas como reforma da Previdência e ajustes fiscais forem mais centrais e pragmáticos.

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