Nesta última sexta-feira, 14 de setembro, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, comentou sobre as agitações que envolvem as investigações sobre o atentado do pré-candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro. Do ponto de vista do ministro, os fatores que estão atrapalhando a resolução da Polícia Federal a cerca do crime são as fake news, teorias conspiratórias e montagem de vídeos.

Jungmann deixou claro que a polícia está averiguando todas as fontes possíveis, mas infelizmente há fake news espalhadas que apenas retardam o processo investigativo. Para isso, o ministro citou dois vídeos que foram considerados falsos, um deles é de uma mulher, apontada como a pessoa que teria passado a faca para o agressor. Outro vídeo é um em que Bolsonaro aparece levando um soco. A mulher do vídeo é uma policial, e nada tem a ver com o caso, o segundo vídeo trata-se de uma montagem de algo que não ocorreu.

O ministro enfatizou que a postura da polícia é investigar todas as provas que surgem, nisso há investigações que envolvem a mídia, os dados do agressor e informações sobre o ataque. A expectativa, segundo Jungmann, é que até o dia 7 de outubro a polícia conclua as investigações. O objetivo é de que antes das Eleições do primeiro turno o caso já esteja concluído devidamente.

Dúvida do eleitorado de Bolsonaro

Logo após o ataque, os eleitores mais próximos ao político colocaram em evidência o fato de que Adelio, o agressor, poderia não ter agido sozinho.

Não perca as últimas notícias!
Clique no tema que mais te interessa. Vamos te manter atualizado com todas as últimas novidades que você não deve perder.
Polícia Jair Bolsonaro

O círculo político do candidato coloca em dúvida o fato, o que também pode levantar suspeitas na polícia. As dúvidas seguem o nexo de que Adelio teria comparsas que o ajudaram a agir contra o político.

'Caçada virtual'

Conforme indignação dos eleitores do político do PSL, houve uma "caçada virtual", segundo informações do portal "Estadão". Logo após o ataque, os eleitores começaram a procurar novos indícios sobre o crime. Consequentemente, pessoas que não estariam envolvidas com o fato foram apontadas como suspeitas.

Haddad pediu segurança

O único concorrente ao Planalto que pediu reforço na segurança foi o candidato do PT, Fernando Haddad. O ataque de Bolsonaro fez com que o petista solicitasse para a PF maior segurança. Outros candidatos não fizeram o mesmo.

Bolsonaro se recupera

No momento, o pré-candidato se recupera do atentado. Bolsonaro está estável no hospital, porém seu caso é apontado como grave. O político aparece com grande relevância nas pesquisas eleitorais.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo