Policiais da cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, prenderam no início da noite desta quinta-feira (6), um homem que também teria participado do atentado contra o candidato do PSL a presidência da república Jair Bolsonaro. Ele não teve sua identidade revelada pelas autoridades, mas assim como Adélio Bispo de Oliveira, acusado de ter dado a facada no presidenciável, ele foi levado para a superintendência da Polícia Federal, onde seria ouvido.

O candidato foi esfaqueado Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, enquanto era carregado por simpatizantes no centro de Juiz de Fora. O homem foi capturado pelas pessoas que participavam do ato político e chegou a ser bastante agredido, não sendo completamente linchado por conta da intervenção dos policiais, que o levaram para a superintendência da Polícia Federal, onde prestou depoimento e admitiu ter esfaqueado o candidato, mas por motivos pessoais, uma vez que não concordava com suas ideologias.

Bolsonaro teve que passar por uma cirurgia e deverá ficar internado entre uma semana e 10 dias. De acordo com os médicos, seu estado é grave, mas seu quatro estável e ele está consciente, tendo inclusive reconhecido familiares. Ele passará a noite na UTI da Santa Casa de Juiz de Fora e família cogita transferi-lo para São Paulo.

O que se sabe sobre o acusado de participação no atentado a Jair Bolsonaro

O homem acusado de esfaquear Jair Bolsonaro se chama Adelio Bispo de Olivera, é formado em pedagogia e morador da cidade de Montes Claros.

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Polícia Jair Bolsonaro

Filiado ao PSOL entre os anos de 2007 e 2014, esta não é sua primeira passagem na polícia. Em 2013, ele foi preso acusado de lesão corporal. Ele era solteiro e tinha problema com parte dos familiares. Ainda em 2013, um parente registrou boletim de ocorrência após ele ter tentado invadir a casa da sogra.

Sobre o crime, o advogado do acusado, Pedro Augusto Lima Possa, disse para a imprensa que seu cliente não tinha intenção de matar o político, apenas causar uma lesão corporal.

“Ele não tinha intenção de matar, em momento algum. Era só de lesionar”, afirmou o advogado. Lima Possa contou ainda que a motivação de seu cliente em atentar contra Bolsonaro foram uma resposta pelo que Oliveira considerava preconceito do candidato contra as mulheres, raça e religião.

Um dos familiares do acusado, que preferiu não se identificar, entrou em contato com o portal G1. Ele afirmou que o acusado era distante da família e que não passava endereço de onde morava e nem dava noticias e que também já se envolveu em confusão com homem, o qual acredita que sofre de algum distúrbio.

“Pra mim ele não era normal”, disse.

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