Raquel Dodge protocolou no Supremo Tribunal Federal um pedido para que o candidato à presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, se apresente para esclarecer uma declaração polêmica que fez em Rio Branco, no Acre. Na ocasião, ele disse "vamos fuzilar a petralhada" e "vão ter que comer capim". O pedido foi feito na tarde desta quarta-feira (5).

O relator do pedido, o ministro Ricardo Lewandowski, acionou a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

O PT acusa o candidato do PSL de incitação ao crime, ameaça e injúria. O pedido feito pelo PT foi apresentado na segunda-feira (3). No entanto, ao analisar todo o processo, Raquel entendeu não haver qualquer crime de injúria e descartou essa acusação. No entanto, ela ainda analisa o crime de ameaça e incitação ao crime.

Por isso, na tarde desta quarta-feira (5), Raquel Dodge solicitou para que o candidato acusado em questão esclarecesse suas polêmicas falas.

Ainda na Manifestação, o PT alega que o termo "petralhada"se referia ao PT, mas Raquel não entendeu isso. Ela disse que "petralhada" não personifica ninguém. Sobre julgar esse caso, ela afirmou agora que precisa colher o depoimento do candidato para chegar a uma conclusão.

Ela pediu para o candidato apresentar seus documentos e esclarecer, caso queira, suas declarações.

Jair Bolsonaro lidera nova pesquisa do Datafolha

Em nova pesquisa revelada pelo Datafolha, Jair Bolsonaro está à frente de Ciro Gomes e Marina Silva com 10 pontos.

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Jair Bolsonaro Eleições

Na eleição sem Lula, Jair Bolsonaro toma a dianteira da corrida presidencial. Ciro Gomes, do PDT, e Marina Silva, da Rede, disputam o segundo lugar, pois ambos tem 12% das intenções de voto, de acordo com a nova pesquisa. Bolsonaro lidera com 22%.

No entanto, a mesma pesquisa afirmou que em um eventual segundo turno, Bolsonaro pode perder. Pois, além de seu eleitorado votar no rival, Fernando Haddad, que é o mais cotado para assumir a vaga de Lula, vem ganhando força e pode herdar o eleitorado de Ciro, Marina, entre outros.

Já Amôedo e Álvaro Dias aparecem empatados, com apenas 3% do eleitorado.

As Eleições acontecem em outubro e muitos casos estão aparecendo no TSE. Num verdadeiro "toma lá da cá", o Tribunal Superior Eleitoral julga diversos pedidos para que comerciais eleitorais saiam do ar. João Amoêdo, do Partido Novo, pediu para que o PT retirasse sua campanha por causa de Lula. Bolsonaro pediu para que Alckmin retirasse suas propagandas por suposta difamação.

Assim segue a disputa.

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