O julgamento do TSE com relação a candidatura à Presidência da República de Luiz Inácio Lula da Silva, encerrado na madrugada deste sábado (1º), teve um resultado negativo para o petista. O órgão acabou rejeitando o pedido de registro da candidatura barrando Lula por 6 votos a 1. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entendeu por unanimidade que o fato de Lula estar inelegível pela Lei da Ficha Limpa já torna a sua candidatura à presidência inviável.

O petista não só teve a candidatura barrada como também foi proibido de fazer campanha tanto na rádio como na TV.

Apesar da decisão do TSE, a defesa de Lula ainda poderá recorrerem caso queira, tanto no TSE quanto no STF. Retrocedendo de uma decisão com relação à troca, com Lula fora do pleito, a corte deu um prazo de 10 dias para que o Partido dos Trabalhadores (PT) apresente seu candidato à presidência, para tanto, Haddad deve ser o principal cotado.

Com relação a candidatura de Lula além do Ministério Público, Jair Bolsonaro, o partido Novo e outros candidatos e cidadãos também contestaram a candidatura do petista. Ao todo foram 16 impugnações, segundo informações dispostas.

TSE mantém caráter da denúncia do Ministério Público

Com a decisão de manter Lula inelegível, o TSE resolveu levar em consideração o caráter da decisão já tomada anteriormente pelo MP (Ministério Público), que denota a Lula os crimes abordados pela Lei da Ficha Limpa no âmbito da Operação Lava Jato.

O julgamento durou mais de 11 horas, beirando desde a noite de sexta-feira (31), ao dia 1º, na madrugada de sábado.

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Lava Jato Lula

Com 7 ministros na sessão extraordinária do TSE, Lula perde de 6 a 1

Contando com 7 ministros ao todo, a sessão extraordinária do Tribunal Superior Eleitoral teve a participação dos ministros Luíz Roberto Barroso, Edson Fachin, Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira e Rosa Weber.

O ministro Barroso, relator do pedido e primeiro a votar na sessão do Tribunal, reiterou o pedido da retirada de Lula na candidatura presidencial por conta do mesmo ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no colegiado.

A decisão já era prevista por conta da Lei Ficha Limpa, dita anteriormente. Em discurso, o relator derrubou qualquer tese de perseguição Política alegado pela defesa do petista.

Os ministros Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira e Rosa Weber também votaram contra a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, com exceção do ministro Edson Fachin, que divergiu do relator e demais ministros propondo "caráter provisório" com relação ao pedido da ONU (Organização das Nações Unidas) para que o petista participasse do pleito.

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