O candidato líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, tem segurança reforçada já às vésperas de um das mais polêmicas Eleições presidenciais de toda a história do país. As informações foram divulgadas pelo Estadão. O presidenciável do PSL conta com um aumento considerável no número de policiais federais que realizam todo o trabalho de escolta do candidato, até o dia do pleito eleitoral no próximo domingo (28) de outubro.

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Vale ressaltar que o número de policiais federais teve um aumento de 25 para 30, além da inclusão de agentes que são integrantes do Batalhão de Choque da Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro.

As informações foram repassadas pelo presidente do PSL nacional, Gustavo Bebiano. De acordo com o líder partidário, teriam ocorrido relatos de ameaças que poderiam colocar em risco a segurança do presidenciável. Jair Bolsonaro lidera a corrida eleitoral seguido pelo petista Fernando Haddad.

Fortes indícios

O presidente do PSL, Gustavo Bebiano, destacou que apesar do primeiro inquérito da Polícia Federal ter concluído que o atentado sofrido por Jair Bolsonaro tivesse como criminoso confesso Adélio Bispo de Oliveira, que teria esfaqueado o deputado agindo individualmente no ato criminoso, haveriam fortes indícios da participação de um facção criminosa. Vale lembrar que Bolsonaro fora esfaqueado no último dia 06 de setembro, durante realização de um ato de campanha eleitoral em que o presidenciável se encontrava juntamente à população, na cidade de Juiz de Fora, no estado de Minas Gerais.

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Entretanto, o líder do PSL afirmou que as investigações da Polícia Federal estariam em andamento sob sigilo e que incluem uma suposta promoção ou participação da facção criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC). Bebiano fez um alerta de que "as informações que a campanha eleitoral de Bolsonaro já dispõem já seriam suficientes para que fosse adotado todo um cuidado redobrado".

O líder partidário disse ainda que além da segurança oficial da Polícia Federal e da Polícia Militar, há também policiais civis que, de modo voluntário, exercem a segurança do candidato quando se encontram de folga.

Gustavo Bebiano revelou que "existiria todo um contingente e efetivo muito grande com agentes fazendo o trabalho de segurança de Bolsonaro". Ele considerou ainda, que haveriam "informes e informações que seriam prestados por diversos organismos voltados para a área de segurança e que os integrantes da campanha confiam nas autoridades competentes e nas instituições policiais que hoje cuidam da vida de Jair Bolsonaro".

Ainda de acordo com Gustavo Bebiano, existiria uma real ameaça com a possibilidade de atentado contra o candidato Jair Bolsonaro, até porque o mesmo "representaria uma ruptura ou mesmo um ponto final inerente à criminalidade e no estado de coisas que se instalou no Brasil".

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