Jair Messias Bolsonaro(PSL) havia confirmado na sexta-feira (26), três nomes que seriam ministros em seu governo caso ele fosse eleito presidente: o deputado Onyx Lorenzoni, o general da reserva Augusto Heleno e Paulo Guedes coordenador econômico da campanha do candidato, são os únicos nomes definidos para um eventual ministério.

Onyx Lorenzoni, futuro ministro da Casa Civil defendeu em entrevista à Rádio CBN, que a reforma da previdência, seja feita uma única vez, podendo durar por no mínimo trinta anos.

Em outra entrevista à Rádio Gaúcha, o deputado Onyx Lorenzoni afirmou que o presidente Jair Messias Bolsonaro(PSL) irá encaminhar um novo projeto da reforma da previdência, em janeiro de 2019. Um dos pontos da reforma é separar a assistência social da previdência social.

"Quanto às primeiras medidas, temos absoluta identidade entre todos os membros da equipe, é separar Previdência de assistência social. Isso nunca foi feito no Brasil", disse Onyx Lorenzoni.

O futuro ministro confirmou também que a equipe de Bolsonaro irá começar a trabalhar oficialmente na segunda-feira (5), no gabinete de transição que fica no Centro de Cultura Banco do Brasil em Brasília.

Bolsonaro pretende aprovar parte da reforma da previdência no governo de Michel Temer, afirmou que tomará medidas para destravar a economia do pais. O governo de Jair Messias Bolsonaro irá atuar junto ao Congresso para evitar, em votação, pautas que podem trazer gastos extras e aumentar o déficit, disse Michel Temer. O presidente Jair Messias Bolsonaro bate na tecla de que é preciso destravar a economia e desburocratizar, para que o comércio possa empregar sem tanta burocracia.

O presidente Jair Messias Bolsonaro não deu detalhes sobre as mudanças que pretende apresentar, mas sinalizou que as regras podem ser distintas para cada grupo social.

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Jair Bolsonaro

"Não pode colocar todo mundo como se fosse da mesma situação social. Eu acho, por exemplo, que tem de mexer na idade, mas não de 60 para 65 como quer Michel Temer, Nós vamos cortar privilégios", afirmou o presidente.

Porte de arma

Na entrevista à Rádio Gaúcha, o futuro ministro também tratou sobre o assunto do porte e posse de armas de fogo, a intenção não "abrandar" o Estatuto do Desarmamento. Afirma que o aval para o porte de arma, continuará com características muito mais rígidas. Nesta terça-feira (30), acontecerá a primeira reunião da equipe de Jair Bolsonaro, devem participar Onyx Lorenzoni, Paulo Guedes, senador Flávio Bolsonaro (Filho de Jair Bolsonaro) e Gustavo Bebianno (presidente do partido PSL), para discutirem prioridades de mudança no governo.

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