O músico britânico Roger Waters entrou na Justiça para poder conhecer o ex-presidente Lula, que cumpre pena pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O artista, ex-integrante do Pink Floyd, disse que pretende visitar o petista antes de domingo (28).

Em viagem ao Brasil, o músico resolveu protestar durante seu show, na qual associou o político do PSL, Jair Bolsonaro, como fascista e ainda chegou a exibir no telão o lema "EleNão", marca do movimento contrário a candidatura de Bolsonaro.

No entanto, a declaração do músico britânico trouxe controvérsias e apoiadores de Bolsonaro não gostaram. O político do PSL ganhou o primeiro turno presidencial com mais de 40% dos votos úteis. Para o segundo turno, Bolsonaro aparece com ampla vantagem perante Fernando Haddad e tem grandes chances de se tornar o próximo presidente do Brasil.

Petição de advogados

Os advogados responsáveis por fazer a petição e conseguir que o músico entre na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, Paraná, para visitar o presidiário, avaliaram que o músico é um defensor dos direitos humanos.

Por conta disso, citaram as "Regras de Mandela", regras adoradas pela Organização das Nações Unidas (ONU). A regra diz que qualquer custodiado pode ter contato com o mundo exterior.

Além do mais, o encontro entre o músico e o condenado pela Justiça terá que ter a presença de um tradutor. Roger Waters não fala português e Lula não sabe inglês.

O petista está preso desde o dia 7 de abril. Fernando Haddad, que compete a cadeira presidenciável com Jair Bolsonaro foi diversas vezes na cadeia visitar Lula. O objetivo também foi para receber conselhos para a campanha eleitoral.

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Polícia Lula

Show na última quarta-feira (24)

Nesta última quarta-feira, 24 de outubro, o cantor Roger Waters participou de um show no Maracanã e prestou homenagem para Marielle Franco. Na apresentação, que foi para mais de 47 mil pessoas, o músico levou até o palco a viúva de Marielle, a irmã e a filha da vereadora assassinada.

Durante o show, o cantor disse que Marielle Franco acreditava no direitos humanos assim como ele.

A apresentação de Roger contou com 18 sucessos de sua carreira na banda inglesa e mais 4 músicas de sua trajetória solo.

O show se iniciou por volta das 21h20. Além do mais, ele colocou no telão, novamente, uma lista de políticos nos quais considera fascistas. Diferente do show no Rio, ele resolveu não colocar o nome de Bolsonaro.

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