O candidato derrotado em primeiro turno para o cargo de presidente da República na última eleição presidencial deste ano, Ciro Gomes, do PDT, fez uma série de críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT) e até mesmo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Vale ressaltar que o ex-mandatário petista encontra-se preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba no estado do Paraná.

O petista foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro, a mais de doze anos de prisão em regime fechado.

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A sentença de Lula tramitou no âmbito das investigações da força-tarefa da Operação Lava Jato, cuja condenação imposta ao ex-mandatário é devida ao caso da aquisição, por meio de recursos ilícitos provenientes de empreiteiras envolvidas no mega esquema de corrupção da Petrobras, de um apartamento de luxo tríplex, localizado na cidade de Guarujá, no litoral sul do estado de São Paulo.

Traição e fim de campanha para o PT

Durante entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo, diretamente de sua residência, na última terça-feira (30), o pedetista, terceiro colocado na eleição presidencial de 2018, pôde se firmar como um dos principais nomes da oposição ao presidente eleito Jair Messias Bolsonaro.

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Jair Bolsonaro Lula

Ciro Gomes chegou a afirmar à imprensa paulista, que foi "miseravelmente traído pelo ex-presidente Lula e seus asseclas", ao demonstrar resignação com a disputa eleitoral travada.

O político cearense negou a acusação de que tivesse viajado para a Europa durante a disputa de segundo turno da eleição presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), como forma de "lavar as mãos", ao não declarar apoio ao candidato petista derrotado. Ciro foi categórico ao afirmar:"a gente trai quando dá a palavra e faz o oposto".

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Em seguida, o candidato derrotado do PDT disse que "não declarou voto ao Haddad, porque não queria mais fazer campanha com o PT".

Ciro criticou a forma com que o Partido dos Trabalhadores (PT) teria atuado, em se tratando da tentativa de angariar apoios durante a disputa do pleito eleitoral. Ciro considerou um verdadeiro insulto, a atuação do PT ao impedir apoio do PSB à sua candidatura e, principalmente, o convite feito por Lula a ele, para que o mesmo aceitasse ser vice na chama presidencial de Fernando Haddad.

Já aliados do petista Fernando Haddad apontaram a falta de apoio de Ciro Gomes ao PT como um dos principais motivos da derrota do ex-postulante do partido à Presidência da República. Setores do PT acreditam que Ciro Gomes teria sido "egocêntrico" ao pensar somente na eleição de 2022.

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