As Eleições do segundo turno presidencial serão decididas no próximo domingo, 28 de outubro. O Brasil está em clima tenso, pois os candidatos Jair Bolsonaro e Fernando Haddad representam a extrema-direita e a extrema-esquerda, respectivamente. Com isso, a cúpula das Forças Armadas está preocupada com a reação dos eleitores após o resultado final das urnas eletrônicas.

O integrantes das Forças Armadas citam a preocupação com o clima de beligerância, que pode se tornar ainda mais forte após as eleições.

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Os comandantes da Marinha, Aeronáutica e Exército têm conversado mais intensamente sobre a questão. Segundo informações do painel da "Folha de S.Paulo", o receio é de que grupos radicais comecem a gerar um clima de violência. Os grupos radicais podem vir de ambos os lados, tanto de Haddad quanto de Bolsonaro.

Com isso, os militares pregam que o próximo presidente da República tente manter um clima de conciliação entre os brasileiros. As FA sugerem que isso seja prioridade após as eleições.

Tribunal Superior Eleitoral

O TSE determinou que a segurança seja priorizada em cerca de 350 locais de votação neste próximo domingo. No entanto, o número é ainda menor comparado com o primeiro turno eleitoral, no qual 500 locais foram priorizados pela segurança das Forças Armadas.

Preocupação do PT

O partido do ex-presidente Lula avaliou que está muito preocupado com ataques que podem ocorrer no domingo. Para isso, sugeriram que os militantes não intimidem opositores e também não caiam em provocações.

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Essas foram as recomendações da sigla.

Além do mais, o partido de esquerda avaliou que se houver ataques contra petistas, o culpado será o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

Jair Bolsonaro

Na frente das pesquisas de intenções de votos e vencedor no primeiro turno com mais de 40% dos votos úteis, Bolsonaro disse que dispensa votos de pessoas que praticam a violência.

Segundo informações do portal "O Antagonista", o sócio de uma corretora espera que Bolsonaro se posicione a favor de todos os brasileiros e que não intervirá na idade mínima da aposentadoria, caso contrário seu governo não iria durar.

Além do mais, o sócio da corretora, cujo nome não foi divulgado, espera que Bolsonaro se posicione a favor da operação Lava Jato, tornando-a "intocável". E outro ponto foi a questão da economia, em que o empresário diz que Bolsonaro deve declarar que seja aberta para a competição externa.

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